Quem me dera que as pessoas fossem como as piscinas para bebés.
Para que a água me dê sempre pela cintura e não fique sem pé
?????
Um novo rumo, sem nunca esquecer o que ficou para trás, guardando sempre as melhores memórias.
terça-feira, novembro 30, 2004
quarta-feira, novembro 24, 2004
Tuning em Portugal
Devo confessar que adoro ver carros portugueses todos alterados. Devemos ser o único país da Europa onde realmente o Renault 5 ou o Fiat 127 podres de velhos ganham nova alma com as várias modificações que os entendidos na matéria fazem.
E não venham com a velha história “à e tal, o “tuning” é ver quem gasta mais para deixar o carro mais feio”.
É mentira!!!! E vou provar isso mesmo com imagens do último bólide kitado, desde a jante até ao volante.
Fig 1 jante “tuning”
Reparem bem nos efeitos luminosos desta jante. Não tenho adjectivos para caracterizar tal beldade. O arco-íris que envolve aquele monte de ferro.
O excesso de cores leva-me a pensar que estamos perante um amante da arte surrealista, só pode.
E não venham com a velha história “à e tal, o “tuning” é ver quem gasta mais para deixar o carro mais feio”.
É mentira!!!! E vou provar isso mesmo com imagens do último bólide kitado, desde a jante até ao volante.
Fig 1 jante “tuning”
Reparem bem nos efeitos luminosos desta jante. Não tenho adjectivos para caracterizar tal beldade. O arco-íris que envolve aquele monte de ferro.
O excesso de cores leva-me a pensar que estamos perante um amante da arte surrealista, só pode.
Fig 3 Volante e travão de mão “tunings”
O momento alto do verdadeiro “tuning” tuga está evidente nesta imagem.
Vocês olhem bem para este VOLANTE. Soberbo mesmo, talvez retirado de uma âncora de um navio é certo, mas é de uma categoria inalcançável por qualquer americano.
A cor branca já de si é graciosa, mas se estiver presente num volante e no travão de mão torna-se sublime.
Portanto, este blog passou a ser serviço público porque já dei algumas dicas de como poderão começar a entrar no mundo do “tuning”. Depois não digam que não sou vosso amigo.
Mas atenção!
Carros como este são um exclusivo “Dor no joelho”. À pois é!!!
segunda-feira, novembro 15, 2004
Zé Dias volta a atacar
O Zé Dias está de volta!!! Ele anda aí, por algures, escondido numa taberna ou num prédio em construção.
Não é fácil encontrar um verdadeiro Zé Dias, pois é preciso corresponder a todos os requisitos exigidos (quem não souber, consulte o post “Zé Dias”).
Há pessoas que andam anos e anos à procura do Zé Dias.
“Mas quem é o gajo??? Por onde anda???”
Num rasgo de magia e muita, muita sorte eu e mais alguns colegas conseguimos encontrá-lo.
Aonde???
Na estação do metro do Cais do Sodré… O pior!!!
Reparem bem na “curva belíssima” da barriga. Espectáculo!!!
Agora aquele palito nos dentes… não, não insistam, porque aquele palito nos dentes…
Uma palavra amigos: classe
Não é fácil encontrar um verdadeiro Zé Dias, pois é preciso corresponder a todos os requisitos exigidos (quem não souber, consulte o post “Zé Dias”).
Há pessoas que andam anos e anos à procura do Zé Dias.
“Mas quem é o gajo??? Por onde anda???”
Num rasgo de magia e muita, muita sorte eu e mais alguns colegas conseguimos encontrá-lo.
Aonde???
Na estação do metro do Cais do Sodré… O pior!!!
Reparem bem na “curva belíssima” da barriga. Espectáculo!!!
Agora aquele palito nos dentes… não, não insistam, porque aquele palito nos dentes…
Uma palavra amigos: classe
quinta-feira, novembro 04, 2004
Parvoíce no posto de atendimento do metro
Há ocorrências que não passam pela cabeça de ninguém, “mas quando somos confrontados com certas e determinadas coisas… epá fico chateado, pois fico, falam falam, falam falam e não os vejo a fazer nada…”
Ok, eu sei que isto já tem direitos de autor mas o que é certo é que esta citação apropria-se tão bem a uma situação que se passou comigo.
Estava eu muito bem na fila (e não bicha, pois soa tão mal) de um dos postos de atendimento do metro do Oriente, para activar o meu passe – era princípio do mês – e aguardava com muita paciência para que chegasse a minha vez. Apesar de já ter comprado o passe tinha de me aguentar à ´fruta´ porque apenas existe uma pessoa para atender todo o tipo de serviços.
Não é da minha natureza ficar a apanhar secas e ter de esperar cerca de 15 minutos para activar a porcaria de um cartão – coisa que demora 10 segundos – não é nada estimulante, ainda por cima quando ainda são 8 da manha e vou a caminho da universidade.
Ora, passado um quarto de hora lá chegou a minha vez e com um sorriso rasgado, lá entreguei o passe à senhora que estava no outro lado do posto de atendimento. Ela colocou o passe em cima da placa magnética, carregou numas teclas e vez uma cara do género, como se alguém se tivesse descuidado e ronda-se um cheiro desagradável no ar.
Voltou então a fazer o mesmo processo e reparou que havia algo estranho. Voltou a fazer aquela cara de enjoada, olhou para mim e grunhiu:
“Este passe já está activado!!!”
Fiquei surpreendido, pois não esperava que ela me dissesse tal coisa. Respondi de imediato:
“Mas quando coloco o passe nas maquinetas as portas não abrem!!! Além disso, ainda não activei o passe, como é possível?”
Ela responde assim e é aqui que reside o insólito da história:
“Isso é porque se calhar você passa pelo lado onde está a cruz vermelha e não onde está a seta verde?!”
Eu fiquei impávido e sereno a olhar para ela sem saber muito bem o que responder. No fim de contas, após aquele tempo de espera, ainda sou insultado por uma “kinkada” qualquer… Quer disser, o otário afinal era eu, pois passo onde está a cruz vermelha. Eu até devo ter cara de gostar andar em sentidos contrários!!!
Após breves segundos descarreguei:
Claro, claro deve ser mesmo isso, obrigado pelo conselho. Nunca me havia apercebido disso é daquelas coisas que nos passam ao lado. Obrigadinho…
E fui embora a remoer-me de toda aquela cena bizarra. Ainda comecei a pensar se seria da roupa que trazia ou da cara ensonada… sim, eu devo ter cara que quem está na cidade há pouco tempo (txetxeno).
Viva eu!!!
Ok, eu sei que isto já tem direitos de autor mas o que é certo é que esta citação apropria-se tão bem a uma situação que se passou comigo.
Estava eu muito bem na fila (e não bicha, pois soa tão mal) de um dos postos de atendimento do metro do Oriente, para activar o meu passe – era princípio do mês – e aguardava com muita paciência para que chegasse a minha vez. Apesar de já ter comprado o passe tinha de me aguentar à ´fruta´ porque apenas existe uma pessoa para atender todo o tipo de serviços.
Não é da minha natureza ficar a apanhar secas e ter de esperar cerca de 15 minutos para activar a porcaria de um cartão – coisa que demora 10 segundos – não é nada estimulante, ainda por cima quando ainda são 8 da manha e vou a caminho da universidade.
Ora, passado um quarto de hora lá chegou a minha vez e com um sorriso rasgado, lá entreguei o passe à senhora que estava no outro lado do posto de atendimento. Ela colocou o passe em cima da placa magnética, carregou numas teclas e vez uma cara do género, como se alguém se tivesse descuidado e ronda-se um cheiro desagradável no ar.
Voltou então a fazer o mesmo processo e reparou que havia algo estranho. Voltou a fazer aquela cara de enjoada, olhou para mim e grunhiu:
“Este passe já está activado!!!”
Fiquei surpreendido, pois não esperava que ela me dissesse tal coisa. Respondi de imediato:
“Mas quando coloco o passe nas maquinetas as portas não abrem!!! Além disso, ainda não activei o passe, como é possível?”
Ela responde assim e é aqui que reside o insólito da história:
“Isso é porque se calhar você passa pelo lado onde está a cruz vermelha e não onde está a seta verde?!”
Eu fiquei impávido e sereno a olhar para ela sem saber muito bem o que responder. No fim de contas, após aquele tempo de espera, ainda sou insultado por uma “kinkada” qualquer… Quer disser, o otário afinal era eu, pois passo onde está a cruz vermelha. Eu até devo ter cara de gostar andar em sentidos contrários!!!
Após breves segundos descarreguei:
Claro, claro deve ser mesmo isso, obrigado pelo conselho. Nunca me havia apercebido disso é daquelas coisas que nos passam ao lado. Obrigadinho…
E fui embora a remoer-me de toda aquela cena bizarra. Ainda comecei a pensar se seria da roupa que trazia ou da cara ensonada… sim, eu devo ter cara que quem está na cidade há pouco tempo (txetxeno).
Viva eu!!!
segunda-feira, outubro 25, 2004
Dicionário Marcelês (2º Versão)
Pois é, afinal isto da “dor no joelho” começa a tornar-se mais do que um simples nome de um blog ou uma expressão utilizada por mim para manifestar desaprovação em relação a um pedido (consultar a 1ª versão do dicionário Marcelês).
Neste verão que passou, lesionei-me no joelho direito (atenção, mas não foi na rotula) a jogar à bola e terei de ser submetido a uma operação.
Mas como a vida não para, resolvi lançar a 2ª versão do dicionário Marcelês para que, de certa forma, se faça jus a toda esta situação caricata, onde uma expressão como “dor no joelho” não poderia ser mais propícia a um momento como este.
No entanto, fica a promessa, que assim que for operado e estiver novamente em forma, lançarei uma terceira actualização do dicionário.
Por agora, fiquem com estas novas palavras para enriquecerem o vosso vocabulário.
Bisnaga – órgão genital masculino de reduzidas dimensões
Cajó – órgão genital masculino
Chlép chlép – expressão que pode designar um estado de espírito, propício ao momento do seu uso. Normalmente é utilizado quando abordamos alguém que demonstra um ar feliz, como por exemplo: “Estiveste no chlép chlép???”
Carrinho de mão – expressão utilizada sempre que alguém nos está a maçar a cabeça.
Ex: “Vê lá se queres ir de carrinho de mão para casa”
Estike – usa-se quando queremos chamar a atenção a alguém, por exemplo, um empregado de mesa
Já te sentas? – interrogação que utilizamos sempre que saudamos alguém, acompanhada, ou não, do “tás melhor” (consultar a 1ª versão do dicionário Marcelês)
Mangalhone – órgão genital masculino
O pior!!! – exclamação utilizada para demonstrar o lado lerdo de alguém, sempre que este apresenta uma conduta fora do habitual
Existe uma forma própria de entoar esta interjeição, já que tem de ficar patenteado um desprezo total
Pikaxu e Picolé – casal de namorados que não se largam, como se fossem nhanha
Pokemon – pessoa de baixa estatura
Txetxeno – pessoa com aspecto hostil e que parece que está na cidade há poucos dias
Xuxe – usa-se quando queremos chamar a atenção a alguém
Neste verão que passou, lesionei-me no joelho direito (atenção, mas não foi na rotula) a jogar à bola e terei de ser submetido a uma operação.
Mas como a vida não para, resolvi lançar a 2ª versão do dicionário Marcelês para que, de certa forma, se faça jus a toda esta situação caricata, onde uma expressão como “dor no joelho” não poderia ser mais propícia a um momento como este.
No entanto, fica a promessa, que assim que for operado e estiver novamente em forma, lançarei uma terceira actualização do dicionário.
Por agora, fiquem com estas novas palavras para enriquecerem o vosso vocabulário.
Bisnaga – órgão genital masculino de reduzidas dimensões
Cajó – órgão genital masculino
Chlép chlép – expressão que pode designar um estado de espírito, propício ao momento do seu uso. Normalmente é utilizado quando abordamos alguém que demonstra um ar feliz, como por exemplo: “Estiveste no chlép chlép???”
Carrinho de mão – expressão utilizada sempre que alguém nos está a maçar a cabeça.
Ex: “Vê lá se queres ir de carrinho de mão para casa”
Estike – usa-se quando queremos chamar a atenção a alguém, por exemplo, um empregado de mesa
Já te sentas? – interrogação que utilizamos sempre que saudamos alguém, acompanhada, ou não, do “tás melhor” (consultar a 1ª versão do dicionário Marcelês)
Mangalhone – órgão genital masculino
O pior!!! – exclamação utilizada para demonstrar o lado lerdo de alguém, sempre que este apresenta uma conduta fora do habitual
Existe uma forma própria de entoar esta interjeição, já que tem de ficar patenteado um desprezo total
Pikaxu e Picolé – casal de namorados que não se largam, como se fossem nhanha
Pokemon – pessoa de baixa estatura
Txetxeno – pessoa com aspecto hostil e que parece que está na cidade há poucos dias
Xuxe – usa-se quando queremos chamar a atenção a alguém
segunda-feira, setembro 27, 2004
Dicionário Língua Portuguesa
Recentemente comprei um dicionário de português, pois o que tinha, já estava algo desactualizado (acho que datava de 1860, se não me engano).
Ora, para mim foi bastante fascinante poder desfrutar de uma coisa nova, especialmente de um dicionário. Assim que cheguei a casa devorei-o, com toda a vontade de procurar a definição de palavras desconhecidas.
Por curiosidade, pesquisei o significado da palavra “bicha”, pensando eu que esta não existia. No entanto, enganei-me
Bicha – qualquer animal de corpo comprido sem pernas (lombriga, ténia, etc.); fila de pessoas; homossexual
Fiquei bastante surpreendido e realmente apercebi-me de que estava a ficar para trás no que toca à evolução da língua portuguesa. O que é certo é que esta descoberta provocou um estímulo dentro do meu ser, incentivando-me a procurar novas palavras. Assim sendo, e só por pura bisbilhotice, fui em busca de palavrões, mas já preparado para o insucesso desta missão. Mais uma vez, o dicionário pregou-me uma rasteira. Comecei pela palavra “m*rd*”
M*rd* – excremento; coisa desagradável; coisa sem valor; exprime descontentamento, indignação, repulsa ou desprezo
A ansiedade começou a crescer, pois apercebi-me que estava a entrar numa nova etapa do vocabulário lusitano. Tomei coragem e procurei os palavrões mais desagradáveis. Aqui vai a lista obscena que encontrei:
C*r*lh* – pénis; indicativa de espanto, impaciência ou indignação
C*br*o – bode; individuo atraiçoado pela mulher; indivíduo mau
F*d*r – ter relações sexuais; prejudicar; prejudicar-se; f*d*-s*! - exclamação que exprime impaciência ou indignação
O mais caricato disto tudo é o facto de estar a usar asteriscos, e não escrever as palavras na íntegra. Mas porquê??? Afinal elas estão no dicionário!!!
Uma palavra para responder a esta questão – DIGNIDADE
Estou mesmo a ver uma conversa futurista entre um pai e o filho
Filho – Olha que, que, f*d*-s*
Pai – Então c*r*lh*, tu és burro, ou comes m*rd* às colheres
Filho – Ó pai, é aquela bicha lá da escola que tá sempre a f*d*r-m* o juízo. Ele que vá para o c*r*lh* que o f*d*…
Ainda dizem que a nossa língua é traiçoeira e complicada. Realmente, olha que, que …
Ora, para mim foi bastante fascinante poder desfrutar de uma coisa nova, especialmente de um dicionário. Assim que cheguei a casa devorei-o, com toda a vontade de procurar a definição de palavras desconhecidas.
Por curiosidade, pesquisei o significado da palavra “bicha”, pensando eu que esta não existia. No entanto, enganei-me
Bicha – qualquer animal de corpo comprido sem pernas (lombriga, ténia, etc.); fila de pessoas; homossexual
Fiquei bastante surpreendido e realmente apercebi-me de que estava a ficar para trás no que toca à evolução da língua portuguesa. O que é certo é que esta descoberta provocou um estímulo dentro do meu ser, incentivando-me a procurar novas palavras. Assim sendo, e só por pura bisbilhotice, fui em busca de palavrões, mas já preparado para o insucesso desta missão. Mais uma vez, o dicionário pregou-me uma rasteira. Comecei pela palavra “m*rd*”
M*rd* – excremento; coisa desagradável; coisa sem valor; exprime descontentamento, indignação, repulsa ou desprezo
A ansiedade começou a crescer, pois apercebi-me que estava a entrar numa nova etapa do vocabulário lusitano. Tomei coragem e procurei os palavrões mais desagradáveis. Aqui vai a lista obscena que encontrei:
C*r*lh* – pénis; indicativa de espanto, impaciência ou indignação
C*br*o – bode; individuo atraiçoado pela mulher; indivíduo mau
F*d*r – ter relações sexuais; prejudicar; prejudicar-se; f*d*-s*! - exclamação que exprime impaciência ou indignação
O mais caricato disto tudo é o facto de estar a usar asteriscos, e não escrever as palavras na íntegra. Mas porquê??? Afinal elas estão no dicionário!!!
Uma palavra para responder a esta questão – DIGNIDADE
Estou mesmo a ver uma conversa futurista entre um pai e o filho
Filho – Olha que, que, f*d*-s*
Pai – Então c*r*lh*, tu és burro, ou comes m*rd* às colheres
Filho – Ó pai, é aquela bicha lá da escola que tá sempre a f*d*r-m* o juízo. Ele que vá para o c*r*lh* que o f*d*…
Ainda dizem que a nossa língua é traiçoeira e complicada. Realmente, olha que, que …
quarta-feira, setembro 15, 2004
Televisão no Verão
Verão é sinónimo de férias. Férias é sinónimo de descanso. Descanso é sinónimo de não fazer nenhum (coçar a micose, pois claro!). Ou seja, no verão somos quase que obrigados a ver televisão porque temos mais tempo livre.
“Que bom” – dirão vocês alegres e sorridentes. Mas será mesmo assim?
Será que a nossa televisão está apetrechada com bons programas capazes de entreter todo o público?
Para responder a estas questões fiz uma análise pormenorizada de alguns programas que a nossa televisão oferece.
Então vejamos:
SIC – Malucos do Riso
Sim, de facto o programa “Malucos do Riso” é esplendoroso, deslumbrante, magnifico… Aquelas piadas nada foleiras que fazem qualquer um chorar até às lágrimas. Este é, verdadeiramente, um programa de entretenimento.
TVI – Batanetes
Ainda não percebi muito bem o que quer dizer “Batanetes” (talvez um cruzamento do Batatoon com rabanetes???). Este é o grande concorrente dos “Malucos do Riso”, com piadas surpreendentes, muito portuguesas diga-se de passagem. A TVI está em grande, pois consegue copiar muito bem os programas do canal rival (ok, talvez esteja a exceder-me, afinal o “Inspector Max” não é uma reprodução fiel do “Rex, o cão policia”. No fim de contas, um é português e o outro é austríaco, o que, realmente, faz toda a diferença)
RTP – As lições do Tonecas
Eu sou um grande crítico desta série de entretenimento. Não, não é por passar semana sim, mês nunca e repetir os mesmos episódios. É, pelo simples facto de não ser um bom exemplo para as crianças. Aonde é que já se viu uma criança tão grande e tão burra, com mais de 40 anos e ainda está no ensino primário. À pois é!!!
Praça da Alegria – RTP; SIC 10 Horas – SIC; Olá Portugal – TVI
Fico muito feliz por saber que a nossa televisão durante a manhã tem três programas idênticos e à mesma hora para animar o pessoal.
Concorrência??? Não, apenas o prazer de agradar uma determinada faixa etária. Eu adoro ver o Goucha, o gajo realmente tem jeito pràquilo pá: “Olá Portugal, tenha um bom dia aqui, na sua TVI…” pronto, já chega.
TVI – Ana e os sete
Em relação a esta série a minha critica vai para o seu nome. Não acham que existe uma certa perversidade? “Ana e os sete”!!!
Não é por nada, mas se acrescentar uma palavra, não parece o título de um filme porno…Não? Então reparem:
“Ana e os sete moçambicanos”
TVI – O prédio do Vasco
Já não chegava os “Batanentes”, PORRA!!!
SIC – 16h45 – “Os Maias”; 17h45 – “Malhação”; 18h30 – “Cor do Pecado”; 19h30 – “New Wave”; 21h45 – “Chocolate com Pimenta”; 22h45 – “Celebridade”
Seis telenovelas… seis telenovelas praticamente seguidas. Eu posso ser suspeito, afinal não é meu hábito ver novelas, mas SEIS!!!
Não é por nada, mas uma pessoa que veja todas as novelas, acaba por confundir as histórias, os actores…
“Então mas a Marineide não é a criada da Mimocas na “Cor do Pecado”… não, espera, essa é a amante do Pipoca na “Malhação”… que disparate, afinal é a tal, a do coiso… e tal…”
TVI – 16h30 – “Bons Vizinhos”; 18h15 – “Queridas Feras”; 19h15 – “Morangos com Açúcar”; 21h15 – “Morangos com Açúcar”; 22h15 – “Baía das Mulheres”; 23h15 – “Queridas Feras”
Que coincidência, seis novelas, mas que sensação de “deja vu”. Calma, a TVI é mais original, há que salientar. No fim de contas, a estação privada repete duas novelas, uma à tarde e outra à noite.
Muito bem, os meus parabéns para os programadores da TVI pelo excelente trabalho.
Já agora e numa onda de descontracção e loucura, um conselho para a administração da TVI: será possível encurtarem os intervalos entre os programas, séries, PRINCIPALMENTE, durante os filmes. É que, não sei se já repararam, 10 minutos são uma eternidade, mas mais de 20…
“Que bom” – dirão vocês alegres e sorridentes. Mas será mesmo assim?
Será que a nossa televisão está apetrechada com bons programas capazes de entreter todo o público?
Para responder a estas questões fiz uma análise pormenorizada de alguns programas que a nossa televisão oferece.
Então vejamos:
SIC – Malucos do Riso
Sim, de facto o programa “Malucos do Riso” é esplendoroso, deslumbrante, magnifico… Aquelas piadas nada foleiras que fazem qualquer um chorar até às lágrimas. Este é, verdadeiramente, um programa de entretenimento.
TVI – Batanetes
Ainda não percebi muito bem o que quer dizer “Batanetes” (talvez um cruzamento do Batatoon com rabanetes???). Este é o grande concorrente dos “Malucos do Riso”, com piadas surpreendentes, muito portuguesas diga-se de passagem. A TVI está em grande, pois consegue copiar muito bem os programas do canal rival (ok, talvez esteja a exceder-me, afinal o “Inspector Max” não é uma reprodução fiel do “Rex, o cão policia”. No fim de contas, um é português e o outro é austríaco, o que, realmente, faz toda a diferença)
RTP – As lições do Tonecas
Eu sou um grande crítico desta série de entretenimento. Não, não é por passar semana sim, mês nunca e repetir os mesmos episódios. É, pelo simples facto de não ser um bom exemplo para as crianças. Aonde é que já se viu uma criança tão grande e tão burra, com mais de 40 anos e ainda está no ensino primário. À pois é!!!
Praça da Alegria – RTP; SIC 10 Horas – SIC; Olá Portugal – TVI
Fico muito feliz por saber que a nossa televisão durante a manhã tem três programas idênticos e à mesma hora para animar o pessoal.
Concorrência??? Não, apenas o prazer de agradar uma determinada faixa etária. Eu adoro ver o Goucha, o gajo realmente tem jeito pràquilo pá: “Olá Portugal, tenha um bom dia aqui, na sua TVI…” pronto, já chega.
TVI – Ana e os sete
Em relação a esta série a minha critica vai para o seu nome. Não acham que existe uma certa perversidade? “Ana e os sete”!!!
Não é por nada, mas se acrescentar uma palavra, não parece o título de um filme porno…Não? Então reparem:
“Ana e os sete moçambicanos”
TVI – O prédio do Vasco
Já não chegava os “Batanentes”, PORRA!!!
SIC – 16h45 – “Os Maias”; 17h45 – “Malhação”; 18h30 – “Cor do Pecado”; 19h30 – “New Wave”; 21h45 – “Chocolate com Pimenta”; 22h45 – “Celebridade”
Seis telenovelas… seis telenovelas praticamente seguidas. Eu posso ser suspeito, afinal não é meu hábito ver novelas, mas SEIS!!!
Não é por nada, mas uma pessoa que veja todas as novelas, acaba por confundir as histórias, os actores…
“Então mas a Marineide não é a criada da Mimocas na “Cor do Pecado”… não, espera, essa é a amante do Pipoca na “Malhação”… que disparate, afinal é a tal, a do coiso… e tal…”
TVI – 16h30 – “Bons Vizinhos”; 18h15 – “Queridas Feras”; 19h15 – “Morangos com Açúcar”; 21h15 – “Morangos com Açúcar”; 22h15 – “Baía das Mulheres”; 23h15 – “Queridas Feras”
Que coincidência, seis novelas, mas que sensação de “deja vu”. Calma, a TVI é mais original, há que salientar. No fim de contas, a estação privada repete duas novelas, uma à tarde e outra à noite.
Muito bem, os meus parabéns para os programadores da TVI pelo excelente trabalho.
Já agora e numa onda de descontracção e loucura, um conselho para a administração da TVI: será possível encurtarem os intervalos entre os programas, séries, PRINCIPALMENTE, durante os filmes. É que, não sei se já repararam, 10 minutos são uma eternidade, mas mais de 20…
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