Depois de uma semana de euforia, o SLB resolveu oferecer aos seus adeptos uma exibição tão mediocre no Jamor que, sinceramente, não lembra às escolinhas.
Parabéns ao V. Setúbal que jogou bem melhor e foi um justo vencedor... e se o Benfica pretende continuar a ter no banco opções como o Karadas, Paulo Almeida ou o Everson podem contratar-me que eu jogo a custo zero... com dor no joelho e tudo.
Um novo rumo, sem nunca esquecer o que ficou para trás, guardando sempre as melhores memórias.
segunda-feira, maio 30, 2005
quarta-feira, maio 25, 2005
Ninguém pára o Benfica, allez oh!!!
Finalmente!!!!!
Foram 11 anos de sofrimento para a grande família benfiquista, mas este domingo ninguém nos parou!!!
Somos nós, somos nós, campeões de Portugal somos nós.
O povo saiu à rua e saudou o Glorioso… fantástico.

Obrigado Benfica!
E já agora, a taça para este fim-de-semana.... Nada como uma boa dobradinha, não???
Foram 11 anos de sofrimento para a grande família benfiquista, mas este domingo ninguém nos parou!!!
Somos nós, somos nós, campeões de Portugal somos nós.
O povo saiu à rua e saudou o Glorioso… fantástico.

Obrigado Benfica!
E já agora, a taça para este fim-de-semana.... Nada como uma boa dobradinha, não???
segunda-feira, maio 23, 2005
Sporting – CSKA Moscovo – visões do Apocalipse
Na passada quarta feira o Sporting perdeu a possibilidade de conquistar a Taça UEFA, e que seria a primeira do seu historial. Como não sou adepto dos leões não vou escrever nada que esteja relacionado com essa partida, ganha pelos russos do CSKA Moscovo, apesar de compartilhar com a tristeza dos adeptos.
O que vou contar foi aquilo que sucedeu após o encontro de Alvalade.
Eu e o meu colega Farinha decidimos ir tirar umas fotos aos adeptos após o termo do jogo, para um trabalho da cadeira de Fotojornalismo. No entanto, não esperávamos que o Sporting perdesse e isso colocou-nos numa situação delicada. À falta de adeptos russos para comemorarem a conquista da Taça UEFA, decidimos ir ao aeroporto tirar fotos aos adeptos que supostamente, iriam apanhar o voo para a Rússia ou, pelo menos, acompanhariam a equipa moscovita até aí.
Chegados ao aeroporto, a jornada queimada desencadeou-se. Como não havia lugar para estacionar o bólide do Farinha, fomos ter com um polícia para saber onde eventualmente poderíamos deixar o carro. Eis o diálogo:
Eu – “Boa noite! Nós queríamos tirar uma fotos aos adeptos do CSKA Moscovo. Onde podemos estacionar o carro?”
Polícia – “Desconheço!”
Eu – “Ah, pois… ali atrás há lugares, mas a placa de sinalização diz reservada a VIPS.”
Polícia – “Pois, mas desconheço.”
Farinha (inconformado) – Então e não sabe a que horas chegam os adeptos do CSKA Moscovo ao aeroporto?”
Polícia (após uma longa pausa) – “Hum… também desconheço.”
Farinha (irritado) – “Mas sabe dizer-me mais ou menos a que horas chega a equipa do CSKA Moscovo?”
Polícia – “Bom, eles devem chegar depois das 23h (eram 22h45 quando a pergunta foi feita). No fundo, desconheço a hora a que chegam.”
Claro que depois daquela resposta, percebemos que não valia a pena continuar a fazer perguntas. Quando arrancámos, eu e o Farinha tivemos o mesmo pensamento em relação ao polícia:
“O PIOR!!!!!!!!!!!!!!!!!!!”
Decidimos então ir ao estádio do Sporting para ver se apanhávamos alguns adeptos russos para fotografar. Dito e feito, pois foi a melhor solução. Tivemos permissão para entrar no estádio, quer dizer, entrámos sem que ninguém dissesse nada e tirámos as ditas fotos, mais concretamente.
Quando parecia que já não havia mais nada de caricato para acontecer, eis que tive a visão mais kinkada destes últimos meses…
Eu e o Farinha vimos… como é que vou explicar isto por palavras… melhor, vejam pelos vossos próprios olhos.

Isso mesmo, o Homem-Aranha e ainda por cima o gajo é russo e adepto do CSKA… pá, só posso dizer isto:
“O PIOR!!!!!!!!!!!!!!!!!!!”

Cá está ele… agora percebo porque os russos venceram a Taça.
Com o Homem –Aranha também eu!!!!
O que vou contar foi aquilo que sucedeu após o encontro de Alvalade.
Eu e o meu colega Farinha decidimos ir tirar umas fotos aos adeptos após o termo do jogo, para um trabalho da cadeira de Fotojornalismo. No entanto, não esperávamos que o Sporting perdesse e isso colocou-nos numa situação delicada. À falta de adeptos russos para comemorarem a conquista da Taça UEFA, decidimos ir ao aeroporto tirar fotos aos adeptos que supostamente, iriam apanhar o voo para a Rússia ou, pelo menos, acompanhariam a equipa moscovita até aí.
Chegados ao aeroporto, a jornada queimada desencadeou-se. Como não havia lugar para estacionar o bólide do Farinha, fomos ter com um polícia para saber onde eventualmente poderíamos deixar o carro. Eis o diálogo:
Eu – “Boa noite! Nós queríamos tirar uma fotos aos adeptos do CSKA Moscovo. Onde podemos estacionar o carro?”
Polícia – “Desconheço!”
Eu – “Ah, pois… ali atrás há lugares, mas a placa de sinalização diz reservada a VIPS.”
Polícia – “Pois, mas desconheço.”
Farinha (inconformado) – Então e não sabe a que horas chegam os adeptos do CSKA Moscovo ao aeroporto?”
Polícia (após uma longa pausa) – “Hum… também desconheço.”
Farinha (irritado) – “Mas sabe dizer-me mais ou menos a que horas chega a equipa do CSKA Moscovo?”
Polícia – “Bom, eles devem chegar depois das 23h (eram 22h45 quando a pergunta foi feita). No fundo, desconheço a hora a que chegam.”
Claro que depois daquela resposta, percebemos que não valia a pena continuar a fazer perguntas. Quando arrancámos, eu e o Farinha tivemos o mesmo pensamento em relação ao polícia:
“O PIOR!!!!!!!!!!!!!!!!!!!”
Decidimos então ir ao estádio do Sporting para ver se apanhávamos alguns adeptos russos para fotografar. Dito e feito, pois foi a melhor solução. Tivemos permissão para entrar no estádio, quer dizer, entrámos sem que ninguém dissesse nada e tirámos as ditas fotos, mais concretamente.
Quando parecia que já não havia mais nada de caricato para acontecer, eis que tive a visão mais kinkada destes últimos meses…
Eu e o Farinha vimos… como é que vou explicar isto por palavras… melhor, vejam pelos vossos próprios olhos.

Isso mesmo, o Homem-Aranha e ainda por cima o gajo é russo e adepto do CSKA… pá, só posso dizer isto:
“O PIOR!!!!!!!!!!!!!!!!!!!”

Cá está ele… agora percebo porque os russos venceram a Taça.
Com o Homem –Aranha também eu!!!!
terça-feira, maio 03, 2005
Ser PORTUGUÊS (Zé Dias)
O povo português é conhecido por aquela maneira peculiar de encarar determinadas situações. Parecemos ser sempre diferentes dos outros povos do mundo. Mas o mais engraçado é que ninguém parece dar conta e tudo passa incólume aos olhos dos mais intelectuais.
Decidi recolher algumas das coisas que os típicos “tugas” – leia-se Zé Dias, para quem está a par do meu dialecto – fazem no dia-a-dia.
Gostaria que reflectissem sobre tudo isto e se acham que nós somos mesmo diferentes do resto do mundo. Pela amostra…
Então cá vai:
- Levar arroz de frango para a praia.
- Guardar aquelas cuecas velhas para polir o carro
- Ter tido a última grande vitória militar em 1385.
- Guiar como um maníaco e ninguém se importar com isso.
- Levar a vida mais relaxada da Europa, mesmo sendo os últimos de todas as listas
- Ter sempre marisco, tabaco e álcool a preços de saldo.
- Receber visitas e ir logo mostrar a casa toda.
- Por os máximos para avisar os outros condutores da polícia adiante.
- Ter o resto do mundo a pensar que Portugal é uma província espanhola.
- Exigir que lhe chamem "Doutor" mesmo sendo um Zé-ninguém.
- Passar o domingo no Centro Comercial.
- Tirar a cera dos ouvidos com a chave do carro ou com a tampa da esferográfica.
- Axaxinar o Portuguex ao eskrever.
- Ir à aldeia todos os fins-de-semana visitar os pais ou avós.
- Gravar a "Análise da SuperLiga".
- Ter diariamente pelo menos 8 telenovelas brasileiras na TV.
- Já ter "ido à bruxa".
- Ver a “Quinta das Celebridades.”
- Filhos baptizados e de catecismo na mão mas nunca por os pés na igreja.
- Ir de carro para todo o lado, aconteça o que acontecer.
- Ter evacuado as Amoreiras no 11 de Setembro 2001.
- Viver mal, e dizer que o governo que temos é bom.
- Graças a Deus, não ser espanhol.
- Lavar o carro na fonte ao domingo.
- Não ser racista, mas abrir uma excepção com os ciganos.
- Levar com as piadas dos brasileiros, mas só saber fazer piadas dos alentejanos.
- Ainda ter uma mãe ou avó que se veste de luto.
- Viver em casa dos pais até aos 30.
- Acender o cigarro a qualquer hora e em qualquer lugar sem quaisquer preocupações.
- Ter bigode e ser baixinho(a).
- Conduzir sempre pela faixa da esquerda.
- Ter três telemóveis.
- Jurar não comprar azeite espanhol nem morto, apesar da maioria do azeite vendido em Portugal ser espanhol.
- Apesar de ter 3 telemóveis, em situações de emergência e que é necessário telefonar diz logo que o número não é da sua rede ou que não tem saldo.
- Deixar a telenovela a gravar.
- Organizar jogos de futebol solteiros e casados.
- Ir à bola, comprar "prá geral" e saltar "prá central".
- Gastar uma fortuna no telemóvel mas pensar duas vezes antes de ir ao dentista.
- Super-bock, tremoços, caracóis e marisco.
- Cometer 3 infracções ao código da estrada em 5 segundos.
- Graças a Deus, não ser brasileiro.
- Algarve em Agosto.
- Ir passear de carro ao domingo para a avenida principal.
- Pode faltar dinheiro para comer, mas há sempre para o tabaco e para a bola.
- Pagar tudo a prestações mesmo que não tenha condições financeiras para tal.
- Ter carro novo e nunca semi-novo mesmo que tenha de abdicar de tudo o resto.
- Dizer "prontos" no fim de cada frase.
- Quando alguém pergunta: “Como vai?” e responder “Olhe, vai-se andando!” ou “Cá estamos!”
- Tem que ter sempre mais doenças que todas as outras pessoas.
- Deixar para amanhã aquilo que ficou programado no mês passado.
- Tirar a torrada da torradeira com um garfo.
- Comer de boca aberta e falar de boca cheia.
- Achar que percebe de tudo e que a sua opinião é sempre a mais correcta.
- Disfarçar as nódoas que caem no sofá com uma almofada.
- Saber o nome dos concorrentes da “Quinta das Celebridades” e não saber o nome de um único ministro do Governo.
- Pôr uma merda qualquer no carro para parecer “tuning”.
- Falar alto e ainda mais alto quando atende o telemóvel.
- Ter um blog :) (esta era só uma chalaça…)
Decidi recolher algumas das coisas que os típicos “tugas” – leia-se Zé Dias, para quem está a par do meu dialecto – fazem no dia-a-dia.
Gostaria que reflectissem sobre tudo isto e se acham que nós somos mesmo diferentes do resto do mundo. Pela amostra…
Então cá vai:
- Levar arroz de frango para a praia.
- Guardar aquelas cuecas velhas para polir o carro
- Ter tido a última grande vitória militar em 1385.
- Guiar como um maníaco e ninguém se importar com isso.
- Levar a vida mais relaxada da Europa, mesmo sendo os últimos de todas as listas
- Ter sempre marisco, tabaco e álcool a preços de saldo.
- Receber visitas e ir logo mostrar a casa toda.
- Por os máximos para avisar os outros condutores da polícia adiante.
- Ter o resto do mundo a pensar que Portugal é uma província espanhola.
- Exigir que lhe chamem "Doutor" mesmo sendo um Zé-ninguém.
- Passar o domingo no Centro Comercial.
- Tirar a cera dos ouvidos com a chave do carro ou com a tampa da esferográfica.
- Axaxinar o Portuguex ao eskrever.
- Ir à aldeia todos os fins-de-semana visitar os pais ou avós.
- Gravar a "Análise da SuperLiga".
- Ter diariamente pelo menos 8 telenovelas brasileiras na TV.
- Já ter "ido à bruxa".
- Ver a “Quinta das Celebridades.”
- Filhos baptizados e de catecismo na mão mas nunca por os pés na igreja.
- Ir de carro para todo o lado, aconteça o que acontecer.
- Ter evacuado as Amoreiras no 11 de Setembro 2001.
- Viver mal, e dizer que o governo que temos é bom.
- Graças a Deus, não ser espanhol.
- Lavar o carro na fonte ao domingo.
- Não ser racista, mas abrir uma excepção com os ciganos.
- Levar com as piadas dos brasileiros, mas só saber fazer piadas dos alentejanos.
- Ainda ter uma mãe ou avó que se veste de luto.
- Viver em casa dos pais até aos 30.
- Acender o cigarro a qualquer hora e em qualquer lugar sem quaisquer preocupações.
- Ter bigode e ser baixinho(a).
- Conduzir sempre pela faixa da esquerda.
- Ter três telemóveis.
- Jurar não comprar azeite espanhol nem morto, apesar da maioria do azeite vendido em Portugal ser espanhol.
- Apesar de ter 3 telemóveis, em situações de emergência e que é necessário telefonar diz logo que o número não é da sua rede ou que não tem saldo.
- Deixar a telenovela a gravar.
- Organizar jogos de futebol solteiros e casados.
- Ir à bola, comprar "prá geral" e saltar "prá central".
- Gastar uma fortuna no telemóvel mas pensar duas vezes antes de ir ao dentista.
- Super-bock, tremoços, caracóis e marisco.
- Cometer 3 infracções ao código da estrada em 5 segundos.
- Graças a Deus, não ser brasileiro.
- Algarve em Agosto.
- Ir passear de carro ao domingo para a avenida principal.
- Pode faltar dinheiro para comer, mas há sempre para o tabaco e para a bola.
- Pagar tudo a prestações mesmo que não tenha condições financeiras para tal.
- Ter carro novo e nunca semi-novo mesmo que tenha de abdicar de tudo o resto.
- Dizer "prontos" no fim de cada frase.
- Quando alguém pergunta: “Como vai?” e responder “Olhe, vai-se andando!” ou “Cá estamos!”
- Tem que ter sempre mais doenças que todas as outras pessoas.
- Deixar para amanhã aquilo que ficou programado no mês passado.
- Tirar a torrada da torradeira com um garfo.
- Comer de boca aberta e falar de boca cheia.
- Achar que percebe de tudo e que a sua opinião é sempre a mais correcta.
- Disfarçar as nódoas que caem no sofá com uma almofada.
- Saber o nome dos concorrentes da “Quinta das Celebridades” e não saber o nome de um único ministro do Governo.
- Pôr uma merda qualquer no carro para parecer “tuning”.
- Falar alto e ainda mais alto quando atende o telemóvel.
- Ter um blog :) (esta era só uma chalaça…)
terça-feira, abril 26, 2005
As melhores capas de cd´s – 52.4% Dreamers
Aí está a mais recente banda que vai fazer furor nos corações das meninas mais sensíveis.
Preparem-se porque os “52.4% Dreamers” estão aí. As boysbands que se cuidem porque estes 4 estarolas são…. O PIOR!!!!
Elas gemem, suspiram, arrancam cabelos, atiram roupa interior para o palco, enfim, uma euforia nunca vista…
O estilo, a pose efémera dos quatro que augura algo de tentador…
O penteadinho, o despenteado, o mapista e o oculista.
Um quarteto que irá provocar um novo andar a muita gente. Preparem-se!!!

O álbum de estreia intitulado “Baby, aluguei um carro para te levar à Choupana” – Live contém alguns dos seguintes singles:
1. AAAAAAAAÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍ, meu estupor!
2. Aguenta, que n’doye!
3. Tou de amores para com tu
4. A gosma que nos une
5. Só tenho olhos para ti (e mais umas quantas)
6. Baby, aluguei um carro para te levar à Choupana
7. Toma toma, meu xuxu
8. Mortinho por fazer o “brlance brlance”
9. De joelhos é mais difícil
10. Chlép chlép…muito bom!!!
Preparem-se porque os “52.4% Dreamers” estão aí. As boysbands que se cuidem porque estes 4 estarolas são…. O PIOR!!!!
Elas gemem, suspiram, arrancam cabelos, atiram roupa interior para o palco, enfim, uma euforia nunca vista…
O estilo, a pose efémera dos quatro que augura algo de tentador…
O penteadinho, o despenteado, o mapista e o oculista.
Um quarteto que irá provocar um novo andar a muita gente. Preparem-se!!!

O álbum de estreia intitulado “Baby, aluguei um carro para te levar à Choupana” – Live contém alguns dos seguintes singles:
1. AAAAAAAAÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍ, meu estupor!
2. Aguenta, que n’doye!
3. Tou de amores para com tu
4. A gosma que nos une
5. Só tenho olhos para ti (e mais umas quantas)
6. Baby, aluguei um carro para te levar à Choupana
7. Toma toma, meu xuxu
8. Mortinho por fazer o “brlance brlance”
9. De joelhos é mais difícil
10. Chlép chlép…muito bom!!!
quarta-feira, abril 13, 2005
Viagem à Madeira
Fomos à descoberta de um novo destino, de uma nova rota e quando nos deparámos de quanto tão bela é a Madeira não queríamos acreditar.
Há quem diga que é um jardim à beira mar plantado. E faz todo o sentido. Em 400 km ficámos a conhecer um mundo completamente diferente e que me levou a pensar que o nosso país, de facto, tem mais beleza do que muitos julgam.
E não fui o único a ter essa impressão. Perguntem à Ana, à Patrícia, ao Pedro, ao Sérgio e ao Tiago, que partilharam esta experiência comigo, as impressões com que ficaram da Madeira e perceberão porque faço este rasgo elogio.
A paisagem rodeada de um verde infinito, banhada pelo mar azul, montanhas vertiginosas envoltas em nevoeiro, gente simples e simpática, comida e bebida deliciosas, um estilo de vida fora do quotidiano a que eu estou habituado.
Cinco dias foram escassos mas fica a certeza de que um dia lá regressarei. Porque me orgulho do encanto que a Madeira oferece ao nosso país.

Beleza natural

Os seis magníficos

O quarteto temível

Las meninas
Há quem diga que é um jardim à beira mar plantado. E faz todo o sentido. Em 400 km ficámos a conhecer um mundo completamente diferente e que me levou a pensar que o nosso país, de facto, tem mais beleza do que muitos julgam.
E não fui o único a ter essa impressão. Perguntem à Ana, à Patrícia, ao Pedro, ao Sérgio e ao Tiago, que partilharam esta experiência comigo, as impressões com que ficaram da Madeira e perceberão porque faço este rasgo elogio.
A paisagem rodeada de um verde infinito, banhada pelo mar azul, montanhas vertiginosas envoltas em nevoeiro, gente simples e simpática, comida e bebida deliciosas, um estilo de vida fora do quotidiano a que eu estou habituado.
Cinco dias foram escassos mas fica a certeza de que um dia lá regressarei. Porque me orgulho do encanto que a Madeira oferece ao nosso país.

Beleza natural


Os seis magníficos


O quarteto temível


Las meninas
quinta-feira, março 31, 2005
Dor no joelho – da ficção à realidade (2ª Parte)
Na segunda parte desta saga cá vai a história da mítica operação ao joelho.
Dia 12 de Janeiro de 2005. Era este o dia da operação. Uma semana antes recebi a tal chamada do Hospital a darem-me conta do dia da operação. Fiquei surpreendido, esperava ficar mais alguns meses à espera. Nada mau!
Fui internado um dia antes da operação, ou seja, dia 11 e a balbúrdia começou aqui.
Pediram-me para comparecer no Hospital Curry Cabral, na unidade de Ortopedia às 9h30. À hora pedida lá estava eu, à espera… e muito tive de esperar. Primeiro porque não havia cama, depois já havia mas tinha de esperar que a pessoa que lá estava se fosse embora. Portanto, mais coisa menos coisa, às 18 horas (!) fui internado, cerca de 7 horas de espera… coisa pouca, coisa pouca!
Como ia ser operado ao joelho, uma enfermeira ofereceu-se para me fazer a depilação. Eu expliquei-lhe que ia ser operado ao joelho. Em vão. Rapou-me a perna toda. Kinkada!!!!
Depois conheci os meus colegas de quarto. “Simpáticos”, pensava eu antes de ouvir umas certas histórias acerca de uns doentes que haviam passado por ali. Um daqueles tipos que passa grande parte da vida no hospital veio ter comigo e disse-me que o João Baião já havia sido operado naquele hospital!
E que ficou internado no meu quarto!
Na minha cama!!!
Parou tudo ali…
Quer dizer, o dia até me estava a correr bem, algumas horas de espera, o trauma de ser operado…
AGORA, FICAR A SABER QUE O JOÃO BAIÃO FICOU NA MESMA CAMA QUE EU!!!!
Acalmei-me, tomei os comprimidos e contaram-me que o João Baião tinha sido operado às ancas. E o que consta é que o macaco Adriano foi o responsável pela lesão. Rumores!!!
Depois foi servido o jantar e a partir daquele momento fiquei a saber porque razão a comida dos hospitais tem má fama. Realmente é de bradar aos céus.
Como não tinha nada para me entreter fiquei a ler um livro e deitei-me por volta das 22 horas.
No outro dia, a enfermeira acordou-me por volta das 7 horas. Tomei banho e preparei-me para ir “à faca”. “Tá-se bem”, pensava eu.
Fui para o corredor, já enfiado na maca e fiquei cerca de 1 hora à espera para entrar no bloco operatório. Aí, fiquei a saber que ia levar com uma anestesia epidoral. Muito bom, ainda por cima, quando o médico falhou com a agulha umas quantas vezes, picando-me as costas várias vezes.
“Não há problema, o gajo tem as costas largas”, devia ser este o sentimento do anestesista.
Para tornar aquele cenário mais horripilante, reparei que estava ali umas quantas jovens com batas. É obvio que o susto foi enorme porque não queria ser operado por estagiarias. Mas depois reparei que elas iam apenas ficar ali para observar a operação. Vá lá!!!
Fui operado, trataram do menisco roto e fui à minha vida, para o quarto do hospital. Fiquei a soro e quando acordei ainda não sentia nada da cintura para baixo, efeito da anestesia. Só vos digo que é uma sensação muito, muito, mas muito esquisita. Ainda por cima para quem é homem… não sei se já apanharam.
Durante esse dia não fiz mais nada pois não podia sair da cama.
No dia seguinte, o médico observou-me, disse que estava óptimo e tive alta. Vesti-me e às 4 da tarde já estava em casa. Durante umas semanas andei de canadianas (mudanças manuais) e agora já estou novamente em forma… pelo menos com um andar decente… e já tenho saudades de jogar à bola… tá quase!
E pronto, era isto que eu tinha para vos contar. Uma história bizarra mas interessante.
Até à próxima rotura!
Dia 12 de Janeiro de 2005. Era este o dia da operação. Uma semana antes recebi a tal chamada do Hospital a darem-me conta do dia da operação. Fiquei surpreendido, esperava ficar mais alguns meses à espera. Nada mau!
Fui internado um dia antes da operação, ou seja, dia 11 e a balbúrdia começou aqui.
Pediram-me para comparecer no Hospital Curry Cabral, na unidade de Ortopedia às 9h30. À hora pedida lá estava eu, à espera… e muito tive de esperar. Primeiro porque não havia cama, depois já havia mas tinha de esperar que a pessoa que lá estava se fosse embora. Portanto, mais coisa menos coisa, às 18 horas (!) fui internado, cerca de 7 horas de espera… coisa pouca, coisa pouca!
Como ia ser operado ao joelho, uma enfermeira ofereceu-se para me fazer a depilação. Eu expliquei-lhe que ia ser operado ao joelho. Em vão. Rapou-me a perna toda. Kinkada!!!!
Depois conheci os meus colegas de quarto. “Simpáticos”, pensava eu antes de ouvir umas certas histórias acerca de uns doentes que haviam passado por ali. Um daqueles tipos que passa grande parte da vida no hospital veio ter comigo e disse-me que o João Baião já havia sido operado naquele hospital!
E que ficou internado no meu quarto!
Na minha cama!!!
Parou tudo ali…
Quer dizer, o dia até me estava a correr bem, algumas horas de espera, o trauma de ser operado…
AGORA, FICAR A SABER QUE O JOÃO BAIÃO FICOU NA MESMA CAMA QUE EU!!!!
Acalmei-me, tomei os comprimidos e contaram-me que o João Baião tinha sido operado às ancas. E o que consta é que o macaco Adriano foi o responsável pela lesão. Rumores!!!
Depois foi servido o jantar e a partir daquele momento fiquei a saber porque razão a comida dos hospitais tem má fama. Realmente é de bradar aos céus.
Como não tinha nada para me entreter fiquei a ler um livro e deitei-me por volta das 22 horas.
No outro dia, a enfermeira acordou-me por volta das 7 horas. Tomei banho e preparei-me para ir “à faca”. “Tá-se bem”, pensava eu.
Fui para o corredor, já enfiado na maca e fiquei cerca de 1 hora à espera para entrar no bloco operatório. Aí, fiquei a saber que ia levar com uma anestesia epidoral. Muito bom, ainda por cima, quando o médico falhou com a agulha umas quantas vezes, picando-me as costas várias vezes.
“Não há problema, o gajo tem as costas largas”, devia ser este o sentimento do anestesista.
Para tornar aquele cenário mais horripilante, reparei que estava ali umas quantas jovens com batas. É obvio que o susto foi enorme porque não queria ser operado por estagiarias. Mas depois reparei que elas iam apenas ficar ali para observar a operação. Vá lá!!!
Fui operado, trataram do menisco roto e fui à minha vida, para o quarto do hospital. Fiquei a soro e quando acordei ainda não sentia nada da cintura para baixo, efeito da anestesia. Só vos digo que é uma sensação muito, muito, mas muito esquisita. Ainda por cima para quem é homem… não sei se já apanharam.
Durante esse dia não fiz mais nada pois não podia sair da cama.
No dia seguinte, o médico observou-me, disse que estava óptimo e tive alta. Vesti-me e às 4 da tarde já estava em casa. Durante umas semanas andei de canadianas (mudanças manuais) e agora já estou novamente em forma… pelo menos com um andar decente… e já tenho saudades de jogar à bola… tá quase!
E pronto, era isto que eu tinha para vos contar. Uma história bizarra mas interessante.
Até à próxima rotura!
segunda-feira, março 14, 2005
Dor no joelho – da ficção à realidade (1ª Parte)
A vida reserva-nos coisas surpreendentes e, por vezes, somos confrontados com certas e determinadas situações das quais não temos argumentos para explicar porque razões aconteceram.
Esta treta toda só para falar da coincidência enorme que existe entre o nome do meu blog e o problema que, de facto, tive no joelho.
Talvez por toda esta situação grotesca, resolvi escrever este texto que conta toda a história, desde a lesão até à operação (a operação será desvendada na 2ª parte desta saga). Portanto, cá vai.
Em relação à dor no joelho, ou dita cuja lesão, tenho de recuar até ao dia 3 de Agosto do ano que passou. Estava eu muito bem a jogar à bola com uns amigos quando comecei a sentir dores na perna direita. Como nunca tinha tido uma lesão de média gravidade, não dei muita importância e, apesar de estar a jogar limitado, deixei andar a coisa. A dada altura vou rematar a bola para a baliza e “zás”; senti uma dor aguda no joelho e não conseguia por o pé no chão. Saí logo de campo à espera que a dor passasse mas não parecia ser assim tão simples e ainda por cima, não fazia a mínima ideia do que poderia ter acontecido. Fui-me embora e como a minha casa não era longe do campo fui a pé, apesar das dores. No entanto, o meu pensamento era o mesmo, sempre que tinha pequenas lesões: “Amanha isto passa, ah!”
O que é certo, é que no outro dia continuava com dores e apercebi-me de que aquilo era mais do que uma simples dor muscular.
Como o meu médico de família estava de férias – afinal estávamos em Agosto – fui ao hospital para descortinar a lesão que me atormentava.
Dirigi-me às urgências do Curry Cabral mas psicologicamente preparado para ter de esperar cerca de 8 horas para ser atendido, ou não estamos nós em Portugal.
Surpresa a minha, quando, passadas sensivelmente 2 horas, fui chamado para ser observado. A médica olhou para mim com aquela cara do género “Mais um para despachar”, perguntou-me qual era o problema e eu expliquei-lhe o que se tinha passado.
Ela mandou-me fazer um Raio X e depois aguardar até ser chamado. Passado um quarto de hora, chamou-me, pegou no Raio X e disse: “Você não tem nada, como se pode ver pelo Raio X. Aconselho-o a descansar algum tempo que isso passa. Se não passar vá ao médico de família.”
Ela disse-me isto tudo sem dar uma única olhadela à perna e ao joelho. Claro que eu achei aquele procedimento pouco ortodoxo e disse-lhe “Tem a certeza? É que eu tenho muitas dores e custa-me a andar!”
“Sim, sim, pode ir. Próximo!” disse ela como se tudo tivesse bem…
Como estava de férias segui o conselho ou não seria ela médica!
Claro que passadas duas semanas continuava com as dores no joelho e fui ao médico de família. Ele observou o joelho – como é devido – e apercebeu-se que havia algo de errado, mesmo dizendo que não era médico da especialidade. Mandou-me então fazer um Raio X e um eco grafia.
Só em Setembro é que consegui fazer os dois exames pois não dava para fazer marcação mais cedo. Realizei os exames e fui novamente ao médico de família. O diagnóstico era claro: uma rotura no menisco direito.
O médico passou uma credencial para ir ao Hospital Curry Cabral, marcar uma consulta com o médico da especialidade (ortopedia).
Fui logo lá no dia seguinte para marcar a tal consulta e saber o que me esperava (o mais certo era ser operado). Fui atendido por um funcionário que me disse: “Só tem consulta em Novembro”. Claro que os nervos subiram até à minha poupa do cabelo e respondi intempestivamente: “Desculpe lá, mas você está gozar comigo. Eu vim cá às urgências em Agosto quando tive esta lesão e disseram-me que estava tudo bem. Agora que detectaram a lesão, vou ter de esperar dois meses para uma simples consulta?”
O funcionário apercebeu-se que eu tinha razão no que dizia e lá desencalhou uma consulta para Outubro.
Tive que aguardar mais umas semanas até à dita consulta. Quando chegou o dia, o médico especialista observou-me e de pronto disse que tinha de ser operado ao menisco.
A partir daqui entrei numa fase de marcação de exames para ali e para acolá; análises ao sangue, raio X ao tórax, um electrocardiograma e por fim uma consulta com a anestesista.
Por fim, chego a Dezembro para a minha consulta onde o médico ortopedista avalia os exames e diz que estou pronto para ser operado. Só tinha de esperar pela marcação da operação. E tendo em conta o tempo de espera nos hospitais portugueses… as expectativas não eram animadoras.
Esta treta toda só para falar da coincidência enorme que existe entre o nome do meu blog e o problema que, de facto, tive no joelho.
Talvez por toda esta situação grotesca, resolvi escrever este texto que conta toda a história, desde a lesão até à operação (a operação será desvendada na 2ª parte desta saga). Portanto, cá vai.
Em relação à dor no joelho, ou dita cuja lesão, tenho de recuar até ao dia 3 de Agosto do ano que passou. Estava eu muito bem a jogar à bola com uns amigos quando comecei a sentir dores na perna direita. Como nunca tinha tido uma lesão de média gravidade, não dei muita importância e, apesar de estar a jogar limitado, deixei andar a coisa. A dada altura vou rematar a bola para a baliza e “zás”; senti uma dor aguda no joelho e não conseguia por o pé no chão. Saí logo de campo à espera que a dor passasse mas não parecia ser assim tão simples e ainda por cima, não fazia a mínima ideia do que poderia ter acontecido. Fui-me embora e como a minha casa não era longe do campo fui a pé, apesar das dores. No entanto, o meu pensamento era o mesmo, sempre que tinha pequenas lesões: “Amanha isto passa, ah!”
O que é certo, é que no outro dia continuava com dores e apercebi-me de que aquilo era mais do que uma simples dor muscular.
Como o meu médico de família estava de férias – afinal estávamos em Agosto – fui ao hospital para descortinar a lesão que me atormentava.
Dirigi-me às urgências do Curry Cabral mas psicologicamente preparado para ter de esperar cerca de 8 horas para ser atendido, ou não estamos nós em Portugal.
Surpresa a minha, quando, passadas sensivelmente 2 horas, fui chamado para ser observado. A médica olhou para mim com aquela cara do género “Mais um para despachar”, perguntou-me qual era o problema e eu expliquei-lhe o que se tinha passado.
Ela mandou-me fazer um Raio X e depois aguardar até ser chamado. Passado um quarto de hora, chamou-me, pegou no Raio X e disse: “Você não tem nada, como se pode ver pelo Raio X. Aconselho-o a descansar algum tempo que isso passa. Se não passar vá ao médico de família.”
Ela disse-me isto tudo sem dar uma única olhadela à perna e ao joelho. Claro que eu achei aquele procedimento pouco ortodoxo e disse-lhe “Tem a certeza? É que eu tenho muitas dores e custa-me a andar!”
“Sim, sim, pode ir. Próximo!” disse ela como se tudo tivesse bem…
Como estava de férias segui o conselho ou não seria ela médica!
Claro que passadas duas semanas continuava com as dores no joelho e fui ao médico de família. Ele observou o joelho – como é devido – e apercebeu-se que havia algo de errado, mesmo dizendo que não era médico da especialidade. Mandou-me então fazer um Raio X e um eco grafia.
Só em Setembro é que consegui fazer os dois exames pois não dava para fazer marcação mais cedo. Realizei os exames e fui novamente ao médico de família. O diagnóstico era claro: uma rotura no menisco direito.
O médico passou uma credencial para ir ao Hospital Curry Cabral, marcar uma consulta com o médico da especialidade (ortopedia).
Fui logo lá no dia seguinte para marcar a tal consulta e saber o que me esperava (o mais certo era ser operado). Fui atendido por um funcionário que me disse: “Só tem consulta em Novembro”. Claro que os nervos subiram até à minha poupa do cabelo e respondi intempestivamente: “Desculpe lá, mas você está gozar comigo. Eu vim cá às urgências em Agosto quando tive esta lesão e disseram-me que estava tudo bem. Agora que detectaram a lesão, vou ter de esperar dois meses para uma simples consulta?”
O funcionário apercebeu-se que eu tinha razão no que dizia e lá desencalhou uma consulta para Outubro.
Tive que aguardar mais umas semanas até à dita consulta. Quando chegou o dia, o médico especialista observou-me e de pronto disse que tinha de ser operado ao menisco.
A partir daqui entrei numa fase de marcação de exames para ali e para acolá; análises ao sangue, raio X ao tórax, um electrocardiograma e por fim uma consulta com a anestesista.
Por fim, chego a Dezembro para a minha consulta onde o médico ortopedista avalia os exames e diz que estou pronto para ser operado. Só tinha de esperar pela marcação da operação. E tendo em conta o tempo de espera nos hospitais portugueses… as expectativas não eram animadoras.
terça-feira, março 08, 2005
As melhores capas de cd´s – Millie Jackson
De volta aos palcos após uma operação aos herpes labiais, Millie Jackson a famosa cantora de Hip Hop e fado da moradia, lançou de uma só assentada dois álbuns que prometem fazer furor para os lados da Buraca.
E.S.P. e Back to the s_ _t foram premiados com a “Estatueta de Gosma” com o single “Aflita por largar o amendoim” e o “Gramily de latão” pelo hit “Abri a boca e engoli um camião TIR”.
Nesta capa, Millie Jackson colocou o seu ar natural à disposição do fotógrafo ao mesmo tempo que pensava “Será que consigo abocanhar esta bola?”

Se pensavam que já tinham visto tudo, eis que a cantora de Kinshasa resolveu ir aliviar o stress do dia-a-dia no seu assento de porcelana.
A verdadeira rainha do ananás, ao mesmo tempo que abre o cabaz!
(tá gira a rima ehehehe…….não!!! ok, então esqueçam)
E.S.P. e Back to the s_ _t foram premiados com a “Estatueta de Gosma” com o single “Aflita por largar o amendoim” e o “Gramily de latão” pelo hit “Abri a boca e engoli um camião TIR”.
Nesta capa, Millie Jackson colocou o seu ar natural à disposição do fotógrafo ao mesmo tempo que pensava “Será que consigo abocanhar esta bola?”

Se pensavam que já tinham visto tudo, eis que a cantora de Kinshasa resolveu ir aliviar o stress do dia-a-dia no seu assento de porcelana.
A verdadeira rainha do ananás, ao mesmo tempo que abre o cabaz!
(tá gira a rima ehehehe…….não!!! ok, então esqueçam)
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