Este ano, portanto 2005 para os mais desatentos, está a ser um ano estranho: terminei o curso, já tenho carro, trabalho (provisório, espero eu!), casa nova (não confundir com “andar novo”, uma das expressões da 2ª versão do dicionário) e as coisas vão-se recompondo aos poucos.
Para comemorar decidi lançar a 4ª versão do dicionário Marcelês, esta com especial dedicatória para o staff da Synovate, a empresa de estudos de mercado, onde estou a trabalhar.
Um bem-haja para todos!
Ah, Xé, Lha, Lhé – primeiro single da banda de hip hop, 52.4 Cent; linguagem indecifrável
Alcanhões/Santa Comba Dão – nomes de terras usadas para demonstrar indignação ou desagrado para com alguém/algo
Banana pêssego – expressão de duplo sentido, pois não se diz como se escreve; diz-se “Queres banana pessecú?”
Chumaceira – órgão genital masculino
Chupa misto – gelado de dois sabores
Coça, coça, coça!!! – não fazer nenhum; hino dos trabalhadores da Synovate para designar alguém que não está a fazer patavina, portanto a “coçá-los”
Comes aqui? – interrogação usada para saber se alguém come num determinado sitio
Duas mãos: mamam lá e mamam cá – expressão da autoria de um “Zé Dias” de Moscavide, aquando do jogo da Liga dos Campeões “Sporting-Udinese” e que passou a fazer parte do vocabulário marcelês
É amigo, é amigo!!! – exclamação irónica que se usa para demonstrar desagrado perante uma determinada situação.
Por exemplo: Koeman mete o Carlitos a jogar a titular contra o Sporting. É amigo, é amigo dos sportinguistas.
Ginjas – usa-se quando queremos chamar a atenção a alguém
Kunami – gaja boa
Narço - órgão genital masculino
Nêspera – ânus, nádegas
N’Daye – jogador de futebol senegalês do V. Setúbal
Patchucho – expressão usada pela minha mãe para me dar “baile”
Tá todo – a mesma coisa que “Está tudo”
Tcheko – um bocado de alguma coisa
Xico Nelo, Tó Branco e Zé Nando – primos do “Zé Dias”, que estão na fronteira entre o típico tuga e um verdadeiro Zé Dias
Um novo rumo, sem nunca esquecer o que ficou para trás, guardando sempre as melhores memórias.
domingo, outubro 16, 2005
quarta-feira, outubro 12, 2005
terça-feira, setembro 13, 2005
O “rátátá” dos 52.4 Cent
domingo, setembro 04, 2005
52.4 Cent
A famosa banda que fez furor com o seu álbum, “Baby, aluguei um carro para te levar à Choupana” – Live, portanto, os “52.4% Dreamers”, dedicou-se ao Hip Hop e está prestes a lançar um novo álbum.
Por enquanto apenas desvendamos algumas pequenas preciosidades desde a mudança do nome do grupo que passará a chamar-se “52.4 Cent” e o seu primeiro single, o mais que badalado “Àh, Xé, Lhá, Lhé”.
Àh, Xé, Lhá, Lhé
Àh, xé, lhá (3x)
Vou levar-ti dama,
Xé
Até meu cubículo,
Lhá
Quero,
Lhá
Anda,
Àh
Anda, vou-ti dar, xé lhá lhá,
Àh…
Mi gustar di ti, quero fazer chlé, não gostas dá minhá Á…
Lhé,
Lhá…
No boate vamos, àh
Minina faz lhé, é
No xuxe, xé
Não vacila, dama
Àh, xé, lhá
Àh, xé, lhá
Àh, xé, lhá
Na paz!!!
Por enquanto apenas desvendamos algumas pequenas preciosidades desde a mudança do nome do grupo que passará a chamar-se “52.4 Cent” e o seu primeiro single, o mais que badalado “Àh, Xé, Lhá, Lhé”.
Àh, Xé, Lhá, Lhé
Àh, xé, lhá (3x)
Vou levar-ti dama,
Xé
Até meu cubículo,
Lhá
Quero,
Lhá
Anda,
Àh
Anda, vou-ti dar, xé lhá lhá,
Àh…
Mi gustar di ti, quero fazer chlé, não gostas dá minhá Á…
Lhé,
Lhá…
No boate vamos, àh
Minina faz lhé, é
No xuxe, xé
Não vacila, dama
Àh, xé, lhá
Àh, xé, lhá
Àh, xé, lhá
Na paz!!!
quinta-feira, julho 07, 2005
Jornalistas em grande estilo… ou não…
Esta é uma pequena homenagem que quero prestar aos meus futuros colegas de profissão… ou não. Mas atenção!!! Apesar da brincadeira sei muito bem que um dia também irei passar por situações idênticas. Está feito o “mea culpa”.
Jornalista da RTP:
"É trágico! Está a arder uma vasta área de pinhal de eucaliptos!"
(trata-se de uma nova variedade de árvores...)
Jornalista da TVI:
"As chamas estavam a arder".
(fantástico!!!)
Rodapé do Telejornal da SIC:
"O assassino matou 30 mortos."
(era para ter a certeza que estavam bem mortos...)
Jornalista da TVI:
"Foi assassinado, mas não se sabe se está morto."
(nada melhor que pedir ajuda ao assassino que matou 30 mortos!)
Jornalista da TVI:
"Estão zero graus negativos."
(ok)
Comentário de uma jornalista sobre o caso Aquaparque:
"Os aquaparques têm feito, durante este ano, muitas vítimas, que o digam os dois mortos registados este mês...".
(em directo do além!)
Lídia Moreno – Rádio voz de Arganil:
"Quatro hectares de trigo foram queimados... Em princípio trata-se de um incêndio."
(em princípio, pois até se pode tratar duma inundação...)
A meio de um relato de futebol:
"Chega agora a informação... o jogador que há pouco saiu lesionado, foi vítima de uma fractura craniana no joelho."
(mais um caso raro na medicina!!!)
Jornal da noite, Manuela Moura Guedes:
"Um morreu e outro está morto".
(sem comentários...)
Jornalista da RTP:
"É trágico! Está a arder uma vasta área de pinhal de eucaliptos!"
(trata-se de uma nova variedade de árvores...)
Jornalista da TVI:
"As chamas estavam a arder".
(fantástico!!!)
Rodapé do Telejornal da SIC:
"O assassino matou 30 mortos."
(era para ter a certeza que estavam bem mortos...)
Jornalista da TVI:
"Foi assassinado, mas não se sabe se está morto."
(nada melhor que pedir ajuda ao assassino que matou 30 mortos!)
Jornalista da TVI:
"Estão zero graus negativos."
(ok)
Comentário de uma jornalista sobre o caso Aquaparque:
"Os aquaparques têm feito, durante este ano, muitas vítimas, que o digam os dois mortos registados este mês...".
(em directo do além!)
Lídia Moreno – Rádio voz de Arganil:
"Quatro hectares de trigo foram queimados... Em princípio trata-se de um incêndio."
(em princípio, pois até se pode tratar duma inundação...)
A meio de um relato de futebol:
"Chega agora a informação... o jogador que há pouco saiu lesionado, foi vítima de uma fractura craniana no joelho."
(mais um caso raro na medicina!!!)
Jornal da noite, Manuela Moura Guedes:
"Um morreu e outro está morto".
(sem comentários...)
domingo, julho 03, 2005
Casting para novos talentos
A FIL acolhe esta semana o Primeiro Salão Internacional Erótico de Lisboa.
Tudo bem até aqui, mas segundo o jornal “Metro”, esse ícone do serviço público, que me acompanha nas jornadas do dia a dia, no próximo sábado está marcado um “casting” para descobrir novos talentos (!) para o mundo dos filmes eróticos.
Ora, isto até deve ter a sua piada, diria mesmo que acho a ideia fofa. No entanto, imaginem se a selecção dos actores, numa primeira fase fosse feita por telefone, tipo estudos de mercado. Imaginem o tipo de questões:
Tu, tu, tu…
Potencial cliente: Tou?
Entrevistador : Estou sim, boa tarde, o meu nome é AM e estou a ligar-lhe da “Todoládentro”, uma empresa de produção de filmes eróticos.
Nós estamos a recrutar actores para o nosso próximo filme “Não gostas da fruta?” e queremos saber se pode dispensar alguns minutos para responder a algumas perguntas?
Potencial cliente: (momento de hesitação) … Err, faça favor de dizer.
Entrevistador : Participou em algum filme porno nos últimos três meses?
Potencial cliente: Não! (se responder que sim, a entrevista termina por ali)
Entrevistador : E com que frequência faz serviço de “mão”?
Potencial cliente: Duas, três vezes…
Entrevistador : Por dia?
Potencial cliente: Não, por hora!
Entrevistador : (perplexidade) Ah…pois, claro… E diga-me, está disposto a tudo?
Potencial cliente: Como assim?
Entrevistador : Todo o tipo de maluquices, compreende?
Potencial cliente: Ah, ok. Pode ser, apesar de ultimamente andar com um certo ardor e ainda por cima apanha-me aqui a zona das virilhas.
Entrevistador : E numa escala que vai de Fraca até Excelente, como definiria a sua performance com duas eslovacas?
Potencial cliente: Suficiente a arranhar a Boa.
Entrevistador : Alguma vez o seu “cajó” não correspondeu às suas expectativas. Se sim, quando, onde, como e porquê?
Potencial cliente: Nunca!!! (resposta típica para não ter de pensar)
Entrevistador : Desde Julho de 2004, utilizou algum serviço relativo aos seguintes produtos:
- Óleos
- Preservativos
- Natas
- Boneca Insuflável
- Cremes
Potencial cliente: Utilizei um creme.
Entrevistador : E qual era a marca do creme?
Potencial cliente: Não me recordo muito bem, penso que era…eeeh… aaaah era “Chlép chlép”.
Entrevistador : E como classifica a sua satisfação com a utilização do creme:
- Muito satisfeito
- Satisfeito
- Parcialmente satisfeito
- Indiferente
- Parcialmente Insatisfeito
- Insatisfeito
- Muito insatisfeito
Potencial cliente: Parcialmente satisfeito, porque andei aí uns dias com dificuldades em sentar-me.
Entrevistador : Pois, é possível… deve ser do cansaço. E para terminar, diga-me se está disposto a ter relações com pessoas do mesmo sexo?
Potencial cliente: Mas você está a gozar comigo? Deve pensar que eu sou o quê, hein??? Ok, pode ser, mas anal está fora de questão.
Entrevistador : Muito bem, vou ter isso em consideração. Terminou a entrevista. Vamos recolher as suas respostas numa base de dados confidencial e, se preencher os requisitos pretendidos, entraremos em contacto consigo. Obrigado pela sua colaboração e o resto de uma boa tarde.
Potencial cliente: Ok, boa Tarde.
Tudo bem até aqui, mas segundo o jornal “Metro”, esse ícone do serviço público, que me acompanha nas jornadas do dia a dia, no próximo sábado está marcado um “casting” para descobrir novos talentos (!) para o mundo dos filmes eróticos.
Ora, isto até deve ter a sua piada, diria mesmo que acho a ideia fofa. No entanto, imaginem se a selecção dos actores, numa primeira fase fosse feita por telefone, tipo estudos de mercado. Imaginem o tipo de questões:
Tu, tu, tu…
Potencial cliente: Tou?
Entrevistador : Estou sim, boa tarde, o meu nome é AM e estou a ligar-lhe da “Todoládentro”, uma empresa de produção de filmes eróticos.
Nós estamos a recrutar actores para o nosso próximo filme “Não gostas da fruta?” e queremos saber se pode dispensar alguns minutos para responder a algumas perguntas?
Potencial cliente: (momento de hesitação) … Err, faça favor de dizer.
Entrevistador : Participou em algum filme porno nos últimos três meses?
Potencial cliente: Não! (se responder que sim, a entrevista termina por ali)
Entrevistador : E com que frequência faz serviço de “mão”?
Potencial cliente: Duas, três vezes…
Entrevistador : Por dia?
Potencial cliente: Não, por hora!
Entrevistador : (perplexidade) Ah…pois, claro… E diga-me, está disposto a tudo?
Potencial cliente: Como assim?
Entrevistador : Todo o tipo de maluquices, compreende?
Potencial cliente: Ah, ok. Pode ser, apesar de ultimamente andar com um certo ardor e ainda por cima apanha-me aqui a zona das virilhas.
Entrevistador : E numa escala que vai de Fraca até Excelente, como definiria a sua performance com duas eslovacas?
Potencial cliente: Suficiente a arranhar a Boa.
Entrevistador : Alguma vez o seu “cajó” não correspondeu às suas expectativas. Se sim, quando, onde, como e porquê?
Potencial cliente: Nunca!!! (resposta típica para não ter de pensar)
Entrevistador : Desde Julho de 2004, utilizou algum serviço relativo aos seguintes produtos:
- Óleos
- Preservativos
- Natas
- Boneca Insuflável
- Cremes
Potencial cliente: Utilizei um creme.
Entrevistador : E qual era a marca do creme?
Potencial cliente: Não me recordo muito bem, penso que era…eeeh… aaaah era “Chlép chlép”.
Entrevistador : E como classifica a sua satisfação com a utilização do creme:
- Muito satisfeito
- Satisfeito
- Parcialmente satisfeito
- Indiferente
- Parcialmente Insatisfeito
- Insatisfeito
- Muito insatisfeito
Potencial cliente: Parcialmente satisfeito, porque andei aí uns dias com dificuldades em sentar-me.
Entrevistador : Pois, é possível… deve ser do cansaço. E para terminar, diga-me se está disposto a ter relações com pessoas do mesmo sexo?
Potencial cliente: Mas você está a gozar comigo? Deve pensar que eu sou o quê, hein??? Ok, pode ser, mas anal está fora de questão.
Entrevistador : Muito bem, vou ter isso em consideração. Terminou a entrevista. Vamos recolher as suas respostas numa base de dados confidencial e, se preencher os requisitos pretendidos, entraremos em contacto consigo. Obrigado pela sua colaboração e o resto de uma boa tarde.
Potencial cliente: Ok, boa Tarde.
segunda-feira, junho 27, 2005
Formula 1 futurista – Tributo a Tiago Monteiro
Não sei se alguém já pensou nisto, mas ocorreu-me, assim do nada, que a fórmula 1 no futuro poderá perder toda aquela magia própria de ver cerca de 20 carros velozes a tentarem chegar à meta em primeiro lugar.
Isto tudo por uma simples razão: qual é o instante decisivo da corrida onde um segundo a mais pode custar a vitória no circuito?
É precisamente o momento em que o piloto para o seu bólide nas boxes.
Agora imaginem a situação: o petróleo é um bem cada vez mais escasso, portanto um bem finito. Ou seja, daqui a uns anos, se não houver gasolina como é que os carros andam? Como é que é feito o reabastecimento nas boxes?
Pensando nas energias alternativas à gasolina, neste momento apenas temos o… GPL – leia-se gás.
Quer isto dizer que quando um piloto parar o seu carro nas boxes, o tipo que por norma tem o hábito de segurar na mangueira da gasolina, terá antes de pegar numa bilha de gás?
Bizarro ou é impressão minha?
Mecânico (português, claro): Atão shôr Tiago Monteiro, o que vai ser?
Piloto: Ateste o carro, que já não tenho mais gás, rápido!
Mecânico: Ora, então leva aqui uma bilha da Camping Gaz, que é uma categoria. Assim, se o carro explodir, ainda pode fazer um churrasco e convidar o seu amigo Shumi…Maravilha!
Piloto: ...
Já agora e em jeito de tributo ao nosso Tiago Monteiro que tão bem esteve no Grande Prémio dos Estado Unidos, terminando em terceiro lugar, no próximo Grande Prémio os portugueses irão ter uma grande surpresa.
Corre por aí o boato de que o Jordan amarelinho do piloto português não apresentava nenhum símbolo lusitano.
Segundo fontes não oficiais, no próximo Grande Prémio, o Jordan irá sofrer algumas alterações. Para não dizerem que este blog não é credível, os leitores do dornojoelho.blogspot.com ficarão a saber em antemão algumas dessas modificações:
- um colete reflector no banco do carro
- um cd virgem a girar no espelho direito
- um galhardete do Benfica e outro do Olivais e Moscavide no espelho esquerdo
- duas ponteiras com cerca de meio metro de largura
- autocolantes na traseira com as seguintes mensagens: Tuning; Apita se fores do Benfica; Bebé a bordo; Cuidado, traseiro virgem, Rádio Renascença
- luzes néon por baixo do carro e nas mini cameras, uma vez que os carro de formula um não têm “mijas”
- musica sempre a bombar durante a corrida
- uma matricula como os camionistas usam, com o nome “Monteiro”, o ano e o mês de nascimento do piloto português.
Isto tudo por uma simples razão: qual é o instante decisivo da corrida onde um segundo a mais pode custar a vitória no circuito?
É precisamente o momento em que o piloto para o seu bólide nas boxes.
Agora imaginem a situação: o petróleo é um bem cada vez mais escasso, portanto um bem finito. Ou seja, daqui a uns anos, se não houver gasolina como é que os carros andam? Como é que é feito o reabastecimento nas boxes?
Pensando nas energias alternativas à gasolina, neste momento apenas temos o… GPL – leia-se gás.
Quer isto dizer que quando um piloto parar o seu carro nas boxes, o tipo que por norma tem o hábito de segurar na mangueira da gasolina, terá antes de pegar numa bilha de gás?
Bizarro ou é impressão minha?
Mecânico (português, claro): Atão shôr Tiago Monteiro, o que vai ser?
Piloto: Ateste o carro, que já não tenho mais gás, rápido!
Mecânico: Ora, então leva aqui uma bilha da Camping Gaz, que é uma categoria. Assim, se o carro explodir, ainda pode fazer um churrasco e convidar o seu amigo Shumi…Maravilha!
Piloto: ...
Já agora e em jeito de tributo ao nosso Tiago Monteiro que tão bem esteve no Grande Prémio dos Estado Unidos, terminando em terceiro lugar, no próximo Grande Prémio os portugueses irão ter uma grande surpresa.
Corre por aí o boato de que o Jordan amarelinho do piloto português não apresentava nenhum símbolo lusitano.
Segundo fontes não oficiais, no próximo Grande Prémio, o Jordan irá sofrer algumas alterações. Para não dizerem que este blog não é credível, os leitores do dornojoelho.blogspot.com ficarão a saber em antemão algumas dessas modificações:
- um colete reflector no banco do carro
- um cd virgem a girar no espelho direito
- um galhardete do Benfica e outro do Olivais e Moscavide no espelho esquerdo
- duas ponteiras com cerca de meio metro de largura
- autocolantes na traseira com as seguintes mensagens: Tuning; Apita se fores do Benfica; Bebé a bordo; Cuidado, traseiro virgem, Rádio Renascença
- luzes néon por baixo do carro e nas mini cameras, uma vez que os carro de formula um não têm “mijas”
- musica sempre a bombar durante a corrida
- uma matricula como os camionistas usam, com o nome “Monteiro”, o ano e o mês de nascimento do piloto português.
quarta-feira, junho 22, 2005
Questionário
Há 10 anos
01. Estava no 7º ano
02. Fazia colecção de cromos “Campeonato 94/95”
03. Jogava, jogava, jogava e jogava futebol na escola
04. Comprava a “Super Jovem”
05. Jogava Subbuteo e “Family Game”
Há 5 anos
01. Estava no 11º ano
02. Andava no ginásio a “malhar”
03. Jogava “Championship Manager 2000/20012
04. Delirei com a selecção portuguesa no Euro 2000
05. Fui a Santiago de Compostela com o pessoal da minha turma do secundário
Há 2 anos
01. Estava no 2º ano do Curso de Ciências da Comunicação
02. Tirei a carta de condução
03. Trabalhei nos CTT
Há 1 ano
01. Estava no 3º ano do Curso de Ciências da Comunicação
02. Comemorei a Taça de Portugal, ganha pelo Glorioso SLB
03. Vibrei com o Euro 2004 no nosso país
04. Lesionei-me com alguma gravidade no joelho direito (rotura do menisco)
Ontem
01. Dormi até à uma da tarde
02. A terminar o trabalho final de fotojornalismo
03. A estudar para fotojornalismo
Hoje
01. Acordei às 11 da manhã
02. Gravei uma emissão do “Estupidologia”
03. Joguei 15 minutos “Football Manager 2005”
04. Fiz o exame de fotojornalismo
Amanhã
01. Fazer entrevistas por telefone (estudos de mercado)
5 coisas sem as quais não consigo viver
01. Família
02. Amigos
03. Amor
04. Futebol (Benfica, claro está)
05. Música
5 dos meus maus hábitos
01. Teimoso
02. Resmungão
03. Morder canetas
04. Comer chocolates e morangos apesar de ser alérgico
05. Não dizer os “L”
5 programas/séries televisivas que gosto (gostava, mais concretamente)
01. Fura Vidas
02. Gato Fedorento
03. Ficheiros Secretos
04. Donos da Bola
05. Simpsons
3 coisas que me assustam
01. Insucesso profissional
02. Alturas
03. Dores no joelho
5 bandas/músicos favoritos
01. U2
02. Red Hot Chili Peppers
03. James
04. Coldplay
05. Nirvana
3 coisas que gostaria muito de fazer neste momento
01. Trabalhar num jornal desportivo
02. Estar com alguém especial
03. Isolar-me um pouco do mundo para reflectir
5 lugares que gostaria de visitar quando em férias e que ainda não conheço
01. Cuba
02. Roma
03. Praga
04. Egipto
05. Nova Iorque
01. Estava no 7º ano
02. Fazia colecção de cromos “Campeonato 94/95”
03. Jogava, jogava, jogava e jogava futebol na escola
04. Comprava a “Super Jovem”
05. Jogava Subbuteo e “Family Game”
Há 5 anos
01. Estava no 11º ano
02. Andava no ginásio a “malhar”
03. Jogava “Championship Manager 2000/20012
04. Delirei com a selecção portuguesa no Euro 2000
05. Fui a Santiago de Compostela com o pessoal da minha turma do secundário
Há 2 anos
01. Estava no 2º ano do Curso de Ciências da Comunicação
02. Tirei a carta de condução
03. Trabalhei nos CTT
Há 1 ano
01. Estava no 3º ano do Curso de Ciências da Comunicação
02. Comemorei a Taça de Portugal, ganha pelo Glorioso SLB
03. Vibrei com o Euro 2004 no nosso país
04. Lesionei-me com alguma gravidade no joelho direito (rotura do menisco)
Ontem
01. Dormi até à uma da tarde
02. A terminar o trabalho final de fotojornalismo
03. A estudar para fotojornalismo
Hoje
01. Acordei às 11 da manhã
02. Gravei uma emissão do “Estupidologia”
03. Joguei 15 minutos “Football Manager 2005”
04. Fiz o exame de fotojornalismo
Amanhã
01. Fazer entrevistas por telefone (estudos de mercado)
5 coisas sem as quais não consigo viver
01. Família
02. Amigos
03. Amor
04. Futebol (Benfica, claro está)
05. Música
5 dos meus maus hábitos
01. Teimoso
02. Resmungão
03. Morder canetas
04. Comer chocolates e morangos apesar de ser alérgico
05. Não dizer os “L”
5 programas/séries televisivas que gosto (gostava, mais concretamente)
01. Fura Vidas
02. Gato Fedorento
03. Ficheiros Secretos
04. Donos da Bola
05. Simpsons
3 coisas que me assustam
01. Insucesso profissional
02. Alturas
03. Dores no joelho
5 bandas/músicos favoritos
01. U2
02. Red Hot Chili Peppers
03. James
04. Coldplay
05. Nirvana
3 coisas que gostaria muito de fazer neste momento
01. Trabalhar num jornal desportivo
02. Estar com alguém especial
03. Isolar-me um pouco do mundo para reflectir
5 lugares que gostaria de visitar quando em férias e que ainda não conheço
01. Cuba
02. Roma
03. Praga
04. Egipto
05. Nova Iorque
quarta-feira, junho 08, 2005
O fim de um ciclo (adeus UAL)
Um novo desafio está à minha espera
Sou finalista do curso de Ciências da Comunicação e estou a um pequeno passo de terminar este caminho que durou 4 anos. Quatro anos de muitas experiências.
Frequento a Universidade Autónoma de Lisboa (UAL) e no 1º ano (2001) deparei-me com uma realidade completamente distinta daquilo a que estava habituado. Novo ambiente, novos colegas, novo local de aulas, novo tipo de estudo, novos métodos de ensino, enfim, uma panóplia de novidades que não irei dissertar na totalidade, mas fica o essencial.
Como finalista quero fazer uma pequena retrospectiva de tudo aquilo que se passou nestes 4 anos. De facto, aprendi muitas coisas, mesmo enfrentando condições pouco favoráveis – refiro-me à Universidade em si, pouco apelativa – mas com boas condições, pelo menos, para os alunos de jornalismo. Muitas cadeiras foram, de facto, boas e úteis para elevar a minha cultura geral. Outras, nem por isso e só serviram para “encher”.
No 1º ano as coisas não foram fáceis. Onze cadeiras por semestre foram um desafio brutal para todos e para mim em particular. Houve momentos em que me perguntava: “Será que vale a pena?”
Custou imenso e em certas alturas pensei mesmo desistir. No entanto, superei estas adversidades. Por isso aconselho sempre aqueles que estão desiludidos com o curso pelas suas dificuldades e exigências para não baixarem os braços e continuarem a lutar.
No 2º ano, as coisas não se alteraram muito. Menos uma cadeira por semestre, mas as mesmas dificuldades e a exigência dos professores apertava ainda mais. Teoria, teoria, teoria e nada de prático. Mas como já estava dentro da “rotina” as coisas correram melhor do que no ano de caloiro.
No 3º ano finalmente escolhi a variante que pretendia seguir. Optei pelo jornalismo, pois foi sempre esta a minha ideia desde que entrei na UAL.
Tudo passou a ser mais simples a partir daqui. Apesar de continuar a ter cadeiras complicadas e algumas extremamente exigentes, a componente prática passou a ser uma realidade palpável.
Mas a universidade não foi só estudo. Aqui também cresci como pessoa. Experiências positivas, outras nem tanto, colocaram-me “face – a – face” com situações, por vezes, embaraçosas.
Aqui aprendi a gostar, a brincar, a amar, a sorrir… mas também tive decepções, frustrações, desilusões, momentos de tristeza e amargura, irritações, mais coisas negativas do que esperava, confesso. Nunca odiei, nem nunca desejei mal a ninguém, mas algumas pessoas conseguiram apunhalar-me bem no fundo e ainda tiveram o desplante de me agredirem nas feridas.
Aqui criei amizades, talvez não tantas como esperava, mas os meus verdadeiros amigos ficarão para o resto da vida.
Num universo tão extenso é normal que cada pessoa tenha uma forma diferente de pensar. Somos todos diferentes, pois então! O problema é que alguns acham-se “senhores da razão”, que o mundo gira “à sua volta” e não olham a meios para imporem a sua forma de pensar. Tenho pena que muitos procedam desta forma. Enfim, escapam aqueles que, realmente, irão ficar aqui, bem perto do meu coração.
Muitas emoções e tristezas marcaram a minha passagem na UAL. Às vezes as desilusões conseguiram ganhar uma dimensão que nunca imaginei ser possível. De facto, não esperava que certas pessoas mudassem tanto em tão pouco tempo.
4 anos são 4 anos!!! E para o resto da vida??? Também vão ter estas atitudes???
Não sou perfeito, tenho muitos defeitos, mas pelo menos dou-me a conhecer tal como sou, gostem ou não, sou assim. Por vezes até fico calado só para agradar a todos e não ter que me chatear, mas no fundo, sei que no fim vale o sacrifício.
Reconheço os meus defeitos e lamento que em certas situações nem sempre esteja de acordo, pois também tenho de valer a minha vontade, mas espero que daqui a 10, 20, 30 anos, tenha o mesmo espírito e não perca tempo com parvoíces e mexericos. É sinal de que não mudei.
Apesar de estar numa turma que muitos diziam não ser unida – e é um facto, não posso negá-lo – acho que não é motivo suficiente para cada um “puxar a brasa à sua sardinha” e fugir às suas próprias responsabilidades.
Gostava que as coisas tivessem sido diferentes. É este o meu desabafo. Mais do que o curso em si, mais do que tudo que já estudei, mais do que os exames, mais do que as orais, nós, pessoas, colegas e amigos, deveríamos ter feito um esforço maior.
Pensava que a Universidade era completamente diferente de tudo o resto. E foi. Mas não pelas melhores razões.
Ainda assim, sinto-me feliz por ter chegado onde nunca imaginei chegar. Daqui para a frente as coisas serão ainda mais complicadas.
O pior vem a caminho mas o desafio da vida reside aí mesmo; na coragem de enfrentar aquilo que nos atormenta.
Boa sorte para todos os que, como eu, também terminaram esta etapa.
Para os que ainda estão a meio, continuem em frente e não desistam. Vale a pena…nem que seja só para mostrarem a vós próprios que são mais fortes do que julgam.
Tenham “Utopia no olhar”.
Sou finalista do curso de Ciências da Comunicação e estou a um pequeno passo de terminar este caminho que durou 4 anos. Quatro anos de muitas experiências.
Frequento a Universidade Autónoma de Lisboa (UAL) e no 1º ano (2001) deparei-me com uma realidade completamente distinta daquilo a que estava habituado. Novo ambiente, novos colegas, novo local de aulas, novo tipo de estudo, novos métodos de ensino, enfim, uma panóplia de novidades que não irei dissertar na totalidade, mas fica o essencial.
Como finalista quero fazer uma pequena retrospectiva de tudo aquilo que se passou nestes 4 anos. De facto, aprendi muitas coisas, mesmo enfrentando condições pouco favoráveis – refiro-me à Universidade em si, pouco apelativa – mas com boas condições, pelo menos, para os alunos de jornalismo. Muitas cadeiras foram, de facto, boas e úteis para elevar a minha cultura geral. Outras, nem por isso e só serviram para “encher”.
No 1º ano as coisas não foram fáceis. Onze cadeiras por semestre foram um desafio brutal para todos e para mim em particular. Houve momentos em que me perguntava: “Será que vale a pena?”
Custou imenso e em certas alturas pensei mesmo desistir. No entanto, superei estas adversidades. Por isso aconselho sempre aqueles que estão desiludidos com o curso pelas suas dificuldades e exigências para não baixarem os braços e continuarem a lutar.
No 2º ano, as coisas não se alteraram muito. Menos uma cadeira por semestre, mas as mesmas dificuldades e a exigência dos professores apertava ainda mais. Teoria, teoria, teoria e nada de prático. Mas como já estava dentro da “rotina” as coisas correram melhor do que no ano de caloiro.
No 3º ano finalmente escolhi a variante que pretendia seguir. Optei pelo jornalismo, pois foi sempre esta a minha ideia desde que entrei na UAL.
Tudo passou a ser mais simples a partir daqui. Apesar de continuar a ter cadeiras complicadas e algumas extremamente exigentes, a componente prática passou a ser uma realidade palpável.
Mas a universidade não foi só estudo. Aqui também cresci como pessoa. Experiências positivas, outras nem tanto, colocaram-me “face – a – face” com situações, por vezes, embaraçosas.
Aqui aprendi a gostar, a brincar, a amar, a sorrir… mas também tive decepções, frustrações, desilusões, momentos de tristeza e amargura, irritações, mais coisas negativas do que esperava, confesso. Nunca odiei, nem nunca desejei mal a ninguém, mas algumas pessoas conseguiram apunhalar-me bem no fundo e ainda tiveram o desplante de me agredirem nas feridas.
Aqui criei amizades, talvez não tantas como esperava, mas os meus verdadeiros amigos ficarão para o resto da vida.
Num universo tão extenso é normal que cada pessoa tenha uma forma diferente de pensar. Somos todos diferentes, pois então! O problema é que alguns acham-se “senhores da razão”, que o mundo gira “à sua volta” e não olham a meios para imporem a sua forma de pensar. Tenho pena que muitos procedam desta forma. Enfim, escapam aqueles que, realmente, irão ficar aqui, bem perto do meu coração.
Muitas emoções e tristezas marcaram a minha passagem na UAL. Às vezes as desilusões conseguiram ganhar uma dimensão que nunca imaginei ser possível. De facto, não esperava que certas pessoas mudassem tanto em tão pouco tempo.
4 anos são 4 anos!!! E para o resto da vida??? Também vão ter estas atitudes???
Não sou perfeito, tenho muitos defeitos, mas pelo menos dou-me a conhecer tal como sou, gostem ou não, sou assim. Por vezes até fico calado só para agradar a todos e não ter que me chatear, mas no fundo, sei que no fim vale o sacrifício.
Reconheço os meus defeitos e lamento que em certas situações nem sempre esteja de acordo, pois também tenho de valer a minha vontade, mas espero que daqui a 10, 20, 30 anos, tenha o mesmo espírito e não perca tempo com parvoíces e mexericos. É sinal de que não mudei.
Apesar de estar numa turma que muitos diziam não ser unida – e é um facto, não posso negá-lo – acho que não é motivo suficiente para cada um “puxar a brasa à sua sardinha” e fugir às suas próprias responsabilidades.
Gostava que as coisas tivessem sido diferentes. É este o meu desabafo. Mais do que o curso em si, mais do que tudo que já estudei, mais do que os exames, mais do que as orais, nós, pessoas, colegas e amigos, deveríamos ter feito um esforço maior.
Pensava que a Universidade era completamente diferente de tudo o resto. E foi. Mas não pelas melhores razões.
Ainda assim, sinto-me feliz por ter chegado onde nunca imaginei chegar. Daqui para a frente as coisas serão ainda mais complicadas.
O pior vem a caminho mas o desafio da vida reside aí mesmo; na coragem de enfrentar aquilo que nos atormenta.
Boa sorte para todos os que, como eu, também terminaram esta etapa.
Para os que ainda estão a meio, continuem em frente e não desistam. Vale a pena…nem que seja só para mostrarem a vós próprios que são mais fortes do que julgam.
Tenham “Utopia no olhar”.
Subscrever:
Mensagens (Atom)


