Senhor primeiro-ministro, amigo Zé, pá...
Já deu para ver que, no estado em que as coisas estão, há que sacar dinheiro ao pessoal de qualquer maneira. E como aumentar mais uma vez os impostos dava muito nas vistas, agora até na praia, o chamado mergulho de chapão com bandeira amarela ou mesmo uma simples entrada em água com bandeira vermelha, dá para colocar uma quantia valente (de 55 a mil euros) nos depauperados cofres do estado.
Caramba, porque é que não disseste mais cedo, Socas? Ora aqui o teu muito patriota amigo não quer que penses em mais estratagemas deste tipo e envia-te uma singela lista de coisas que ainda não pagam multa, mas que com a tua ajuda e com alguém que te prepare a legislação, é só meter no Diário da República e vais ver que o défice das contas estatais se esfuma num instante.
E ainda se ajuda a tornar o nosso Portugal num país mais bonito, como bónus.
Ora cá vai disto:
LISTA DE COISAS A TAXAR (em breve)
- Uso de meia branca com sapatinho escuro (cem a mil euros)
- Bigode à futebolista dos anos oitenta (duzentos a 2000 euros)
- Coçar os genitais em público (150 a 1500 euros)
- Utilização do colete reflector nas costas do banco do condutor, e/ou CD pendurado no retrovisor (120 a 1200 euros)
- Passear de fato de treino por centros comerciais ao fim de semana
(quatrocentos a 4000 euros)
- Raparigas com excesso de peso envergando roupa apertadíssima (130 a 1300 euros)
- Uso de óculos de sol em discotecas e restaurantes (quinhentos a 5000 euros)
- Utilização das expressões "prontos", "portantos", "stander de automóves", etc... (140 a 1400 euros)
- Uso de sandália com peúga (trezentos a 3000 euros)
Pronto, cá está, Socas, usa e abusa. Quem é amigo, quem é?
Um novo rumo, sem nunca esquecer o que ficou para trás, guardando sempre as melhores memórias.
segunda-feira, outubro 16, 2006
segunda-feira, outubro 09, 2006
Para verdadeiros benfiquistas de um grande benfiquista
Mozer em "Pela Mística Dentro"
"É preciso sair do país para enxergar o prestígio e o tamanhão do Benfica em todo o mundo. Estive três anos em França, no Marselha, joguei num estádio fantástico, o Vélodrome, convivi com grande jogadores como Papin e Waddle, mas o Benfica estará sempre no meu pensamento.
Os meus companheiros de equipa não percebiam muito o meu entusiasmo pelo clube, já que sabiam pouco do futebol português, embora reconhecendo o tremendo historial do Benfica.
Durante os primeiros tempos tive de aturar os comentários de Papin, logo desde o início, sempre que jogávamos em casa.
Uns dias antes de cada jogo, o Papin chegava para mim e me dizia: "Mozer, vais ver o que é um estádio cheio e um ambiente terrível." Terrível para os outros. Não sei se o se o Papin dizia isso para me intimidar, já que era novo no clube e não percebia muito daquela conversa.
Mas para mim, sempre pensava: "Este cara precisava de jogar no Maracanã ou no estádio da Luz, cheios." Era o que eu pensava.
Até que, na taça dos campeões, nas meias-finais, o Benfica calhou no caminho do Marselha. Fiquei, ao início, desgostoso, porque ia defrontar o meu Benfica, o clube que os meus companheiros sabiam que eu adorava. Me lembro de Sauzée, o meu zagueiro do lado me ter perguntado: "Você vai estar em condições de jogar contra o Benfica?"
Aí, senti que beliscavam o meu profissionalismo. Nos dois, jogos joguei a duzentos por cento. Depois do primeiro jogo, em Marselha, uns dias antes de jogarmos na Luz, virei para o Papin e lhe perguntei: " Papin, você quer mesmo ver o que é um estádio cheio, com 120 mil a gritar todos para o mesmo lado?" Engraçada a reacção do Papin: "Você, está querendo me meter medo, Mozer?" Não estava não e por isso lhe disse para esperar para ver. E já agora, tremer.
Pois bem, chegou o dia, chegámos no estádio da Luz e fomos logo indo para os balneários. Muitos risos, muita convicção de que íamos jogar a final da Copa dos Campeões. Lembro até que Tapie disse aos jornalistas franceses que lhe podiam chamar de Bernardette se o Marselha perdesse a eliminatória.
Antes de subirmos ao relvado, para o aquecimento, Papin ainda troçou de mim, dizendo que estava já "tremendo de medo". E ria-se bastante.
Os jogadores foram saindo do balneário e eu atrasei um pouco, porque estava colocando uma ligadura no tornozelo. Quando cheguei perto do túnel de acesso ao estádio, começo a ver os meus companheiros, completamente assustados e todos do lado de dentro, não querendo entrar. Só depois percebi que, nessa altura o Eusébio foi chamado ao relvado para receber uma homenagem e foi aí que o estádio quase vinha abaixo. Logo no momento em que os meus companheiros do Marselha se preparavam para entrar. Claro que voltaram atrás assustados e me perguntado: "O que era aquilo?".
Aquilo respondi eu, é o INFERNO DA LUZ. Aí todos me começaram a me dizer para ser eu o primeiro a avançar, subi as escadas, entrei no relvado, não fui mal recebido e quando olhei para trás, estava sozinho. Espreitando, à saída da escadaria estavam alguns dos meus companheiros do Marselha, ainda com um olhar de medo e só nessa altura começaram a entrar. No regresso às cabinas, perguntei a Papin: "Já sabes agora o que é um estádio cheio e um grande ambiente?" A resposta, nunca mais a esqueci: "Mozer, nunca vi uma coisa destas.
Tudo isto é incrível. Sempre tiveste razão, o Benfica é ENORME!"
Naquela noite, o Marselha perdeu, fiquei triste mas senti orgulho pelo Benfica. E já agora, naquele balneário, fui o único a ter uma vitória.
Foi uma vitória moral, sobre aqueles que não acreditavam na grandeza do Benfica."
José Carlos Mozer
"É preciso sair do país para enxergar o prestígio e o tamanhão do Benfica em todo o mundo. Estive três anos em França, no Marselha, joguei num estádio fantástico, o Vélodrome, convivi com grande jogadores como Papin e Waddle, mas o Benfica estará sempre no meu pensamento.
Os meus companheiros de equipa não percebiam muito o meu entusiasmo pelo clube, já que sabiam pouco do futebol português, embora reconhecendo o tremendo historial do Benfica.
Durante os primeiros tempos tive de aturar os comentários de Papin, logo desde o início, sempre que jogávamos em casa.
Uns dias antes de cada jogo, o Papin chegava para mim e me dizia: "Mozer, vais ver o que é um estádio cheio e um ambiente terrível." Terrível para os outros. Não sei se o se o Papin dizia isso para me intimidar, já que era novo no clube e não percebia muito daquela conversa.
Mas para mim, sempre pensava: "Este cara precisava de jogar no Maracanã ou no estádio da Luz, cheios." Era o que eu pensava.
Até que, na taça dos campeões, nas meias-finais, o Benfica calhou no caminho do Marselha. Fiquei, ao início, desgostoso, porque ia defrontar o meu Benfica, o clube que os meus companheiros sabiam que eu adorava. Me lembro de Sauzée, o meu zagueiro do lado me ter perguntado: "Você vai estar em condições de jogar contra o Benfica?"
Aí, senti que beliscavam o meu profissionalismo. Nos dois, jogos joguei a duzentos por cento. Depois do primeiro jogo, em Marselha, uns dias antes de jogarmos na Luz, virei para o Papin e lhe perguntei: " Papin, você quer mesmo ver o que é um estádio cheio, com 120 mil a gritar todos para o mesmo lado?" Engraçada a reacção do Papin: "Você, está querendo me meter medo, Mozer?" Não estava não e por isso lhe disse para esperar para ver. E já agora, tremer.
Pois bem, chegou o dia, chegámos no estádio da Luz e fomos logo indo para os balneários. Muitos risos, muita convicção de que íamos jogar a final da Copa dos Campeões. Lembro até que Tapie disse aos jornalistas franceses que lhe podiam chamar de Bernardette se o Marselha perdesse a eliminatória.
Antes de subirmos ao relvado, para o aquecimento, Papin ainda troçou de mim, dizendo que estava já "tremendo de medo". E ria-se bastante.
Os jogadores foram saindo do balneário e eu atrasei um pouco, porque estava colocando uma ligadura no tornozelo. Quando cheguei perto do túnel de acesso ao estádio, começo a ver os meus companheiros, completamente assustados e todos do lado de dentro, não querendo entrar. Só depois percebi que, nessa altura o Eusébio foi chamado ao relvado para receber uma homenagem e foi aí que o estádio quase vinha abaixo. Logo no momento em que os meus companheiros do Marselha se preparavam para entrar. Claro que voltaram atrás assustados e me perguntado: "O que era aquilo?".
Aquilo respondi eu, é o INFERNO DA LUZ. Aí todos me começaram a me dizer para ser eu o primeiro a avançar, subi as escadas, entrei no relvado, não fui mal recebido e quando olhei para trás, estava sozinho. Espreitando, à saída da escadaria estavam alguns dos meus companheiros do Marselha, ainda com um olhar de medo e só nessa altura começaram a entrar. No regresso às cabinas, perguntei a Papin: "Já sabes agora o que é um estádio cheio e um grande ambiente?" A resposta, nunca mais a esqueci: "Mozer, nunca vi uma coisa destas.
Tudo isto é incrível. Sempre tiveste razão, o Benfica é ENORME!"
Naquela noite, o Marselha perdeu, fiquei triste mas senti orgulho pelo Benfica. E já agora, naquele balneário, fui o único a ter uma vitória.
Foi uma vitória moral, sobre aqueles que não acreditavam na grandeza do Benfica."
José Carlos Mozer
sábado, setembro 30, 2006
C.S.I. chega a Portugal
A duvida paira no ar...
E para quando um C.S.I. Bobadela?
E um C.S.I. Moscavide?
Já para não falar de um C.S.I. Sacavém?
Mas o melhor de todos, e esse sim, o verdadeiro sucesso, se a coisa for para a frente
C.S.I. Alcanhões
E para quando um C.S.I. Bobadela?
E um C.S.I. Moscavide?
Já para não falar de um C.S.I. Sacavém?
Mas o melhor de todos, e esse sim, o verdadeiro sucesso, se a coisa for para a frente
C.S.I. Alcanhões
quinta-feira, setembro 21, 2006
Estupidologia – ultimo programa dia 29 de Setembro
A Universidade Radar prepara-se para se despedir no final deste mês, portanto, o “Estupidologia” vai ter a sua última aparição no dia 29 de Setembro.
Verdade seja dita, o tempo já não abundava e, por vezes, tornava-se complicado dispensar algumas horas da semana para ir gravar um sketche. No entanto, já começo a sentir saudades dos tempos em que à frente de um microfone, fazíamos algo de que me orgulhava imenso, nem que fosse só por ter realizado o sonho de transformar um simples projecto de trabalho de grupo da universidade, em algo palpável e engraçado.
Por motivos profissionais, não tive oportunidade de ir gravar com o Pedro, o Sérgio e o Tiago os últimos 2 programas. Tive bastante pena, mas dia 29 de Setembro entre as 23h e as 00h00 não vou descolar o ouvido da 97.8
Estupidologia
Porque ela paira no ar
Verdade seja dita, o tempo já não abundava e, por vezes, tornava-se complicado dispensar algumas horas da semana para ir gravar um sketche. No entanto, já começo a sentir saudades dos tempos em que à frente de um microfone, fazíamos algo de que me orgulhava imenso, nem que fosse só por ter realizado o sonho de transformar um simples projecto de trabalho de grupo da universidade, em algo palpável e engraçado.
Por motivos profissionais, não tive oportunidade de ir gravar com o Pedro, o Sérgio e o Tiago os últimos 2 programas. Tive bastante pena, mas dia 29 de Setembro entre as 23h e as 00h00 não vou descolar o ouvido da 97.8
Estupidologia
Porque ela paira no ar
sexta-feira, setembro 15, 2006
Rapidinhas
Saída
A filha chega a casa e pergunta:
- "Ó Pai, é verdade que os bebés nascem pelo sítio em que os homens metem o
pénis?"
O Pai, satisfeito pela filha já saber como se processam as coisas diz que
sim.
Então a filha volta a perguntar:
- "Mas quando eu tiver um filho, ele não me irá partir os dentes ao sair?"
Marta
Bom dia, fala a Marta!
- Está sim, Marta? Acabei de bater!
- Houve feridos ou foi só chapa?
- Nem uma coisa nem outra, apenas sujei as mãos!
Ó enfermeira!
Um gajo estava numa cama de hospital. Não tinha pernas nem braços e comia
por um tubo. Na hora das visitas a familia foi vê-lo.
De repente passa no corredor uma enfermeira toda grossa e o gajo grita:
- Ó ENFERMEIRA, FAZ-ME UM BR*CHE!!
O pai, ao ouvir aquilo diz:
- Meu filho, não devias dizer essas coisas, Deus castiga!
- E faz o quê? Despenteia-me?
A filha chega a casa e pergunta:
- "Ó Pai, é verdade que os bebés nascem pelo sítio em que os homens metem o
pénis?"
O Pai, satisfeito pela filha já saber como se processam as coisas diz que
sim.
Então a filha volta a perguntar:
- "Mas quando eu tiver um filho, ele não me irá partir os dentes ao sair?"
Marta
Bom dia, fala a Marta!
- Está sim, Marta? Acabei de bater!
- Houve feridos ou foi só chapa?
- Nem uma coisa nem outra, apenas sujei as mãos!
Ó enfermeira!
Um gajo estava numa cama de hospital. Não tinha pernas nem braços e comia
por um tubo. Na hora das visitas a familia foi vê-lo.
De repente passa no corredor uma enfermeira toda grossa e o gajo grita:
- Ó ENFERMEIRA, FAZ-ME UM BR*CHE!!
O pai, ao ouvir aquilo diz:
- Meu filho, não devias dizer essas coisas, Deus castiga!
- E faz o quê? Despenteia-me?
terça-feira, setembro 12, 2006
Cinco anos depois a homenagem
quarta-feira, agosto 23, 2006
Chalaça da semana – O saltador
Um voluntarioso rapaz alista-se na tropa e passado o tempo da
recruta inscreve-se nos paraquedistas. Após as 1ª lições de
como saltar, feitas no solo, eis que o valente soldado embarca pela 1ª vez num avião juntamente com uma dezena de colegas para o 1º salto da sua vida...
No dia seguinte telefonou para casa dos pais e o telefonema foi mais ou menos assim:
- Então meu querido filho, saltaste? - perguntava o pai.
- Espere, eu vou contar como foi: Quando chegámos à altura escolhida,abriu-se a porta e o sargento chamou-nos para o salto.
Mais ou menos assustados, com uma pequena 'ajuda' do sargento, os meus colegas lá foram saltando todos até chegar a minha vez.
- E tu saltaste?
- Espere. Já lá chegamos. Eu disse ao sargento que não saltava porque tinha medo.
Ele disse que eu saltava nem que tivesse que me dar um pontapé!
- E tu saltaste?
- Já lá vamos... Eu agarrei-me a tudo o que pude e o sargento chamou o co-piloto, um tipo com 1.90, 120 kg de peso, e eu ainda me agarrei com mais força.
- E tu saltaste? - pergunta novamente o pai já impaciente....
- Eu estava amarelo de medo e então o co-piloto baixou o fecho do fato, mostrou-me uma pila de 30 cm que mais parecia um extintor e disse-me que ou eu saltava ou me enfiava aquilo pelo cu acima!
- Então tu saltaste...claro!!!!
- Bom, ao princípio saltei um bocadinho...
recruta inscreve-se nos paraquedistas. Após as 1ª lições de
como saltar, feitas no solo, eis que o valente soldado embarca pela 1ª vez num avião juntamente com uma dezena de colegas para o 1º salto da sua vida...
No dia seguinte telefonou para casa dos pais e o telefonema foi mais ou menos assim:
- Então meu querido filho, saltaste? - perguntava o pai.
- Espere, eu vou contar como foi: Quando chegámos à altura escolhida,abriu-se a porta e o sargento chamou-nos para o salto.
Mais ou menos assustados, com uma pequena 'ajuda' do sargento, os meus colegas lá foram saltando todos até chegar a minha vez.
- E tu saltaste?
- Espere. Já lá chegamos. Eu disse ao sargento que não saltava porque tinha medo.
Ele disse que eu saltava nem que tivesse que me dar um pontapé!
- E tu saltaste?
- Já lá vamos... Eu agarrei-me a tudo o que pude e o sargento chamou o co-piloto, um tipo com 1.90, 120 kg de peso, e eu ainda me agarrei com mais força.
- E tu saltaste? - pergunta novamente o pai já impaciente....
- Eu estava amarelo de medo e então o co-piloto baixou o fecho do fato, mostrou-me uma pila de 30 cm que mais parecia um extintor e disse-me que ou eu saltava ou me enfiava aquilo pelo cu acima!
- Então tu saltaste...claro!!!!
- Bom, ao princípio saltei um bocadinho...
sábado, agosto 12, 2006
14 de Agosto – E um ano passou
Foi há um ano o inesquecível concerto da melhor banda do mundo, os U2, em Alvalade. A digressão “Vertigo Tour” terminou em Portugal, 9 anos depois da última passagem da banda de Bono no nosso país.
Muitas horas de espera foram bem compensadas por 2 horas e meia de concerto, onde todos vibraram com músicas do passado como Electric Co., I Will Follow, do velhinho “Boy”, chegando depois aos anos 90 com Zoo Station ou The Fly, pelas mais badaladas como Sunday Bloody Sunday, Where the Streets Have no Name ou o sempre intemporal Pride (In the Name of Love) e, claro está as músicas do novo álbum, Vertigo, City of Blinding Lights ou o Sometimes You Can´t Make it On Your Own.
25 anos de carreira desta mítica banda, sempre enérgica. Desta vez espero não ter de aguardar quase uma década para voltar a vê-los, because “I still haven’t found what i’m looking for”.
Aqui ficam algumas fotos do concerto.





Vertigo
Unos dos tres catorce!
Lights go down, it’s dark
The jungle is your head
Can’t rule your heart
A feeling is so much stronger than
A thought
Your eyes are wide
And though your soul
It can’t be bought
Your mind can wander
Hello hello
I’m at a place called Vertigo
It’s everything I wish I didn’t know
Except you give me something I can feel, feel
The night is full of holes
As bullets rip the sky
Of ink with gold
They twinkle as the Boys play rock and roll
They know they can’t dance
At least they know….
I can’t stand the beats
I’m asking for the cheque
The girl with crimson nails Has Jesus round her neck
Swinging to the music
Swinging to the music
Oh oh oh oh
Hello hello
I’m at a place called Vertigo
It’s everything I wish I didn’t know
But you give me something I can feel, feel
Check mated
Oh yeah
Hours of fun…
All of this, all of this can be yours
All of this, all of this can be yours
All of this, all of this can be yours
Just give me what I want and no-one gets hurt….
Hello hello
We’re at a place called Vertigo
Lights go down and all I know
Is that you give me something
I can feel your love teaching me how
Your love is teaching me how, how to kneel…
Yeah yeah yeah yeah
Muitas horas de espera foram bem compensadas por 2 horas e meia de concerto, onde todos vibraram com músicas do passado como Electric Co., I Will Follow, do velhinho “Boy”, chegando depois aos anos 90 com Zoo Station ou The Fly, pelas mais badaladas como Sunday Bloody Sunday, Where the Streets Have no Name ou o sempre intemporal Pride (In the Name of Love) e, claro está as músicas do novo álbum, Vertigo, City of Blinding Lights ou o Sometimes You Can´t Make it On Your Own.
25 anos de carreira desta mítica banda, sempre enérgica. Desta vez espero não ter de aguardar quase uma década para voltar a vê-los, because “I still haven’t found what i’m looking for”.
Aqui ficam algumas fotos do concerto.





Vertigo
Unos dos tres catorce!
Lights go down, it’s dark
The jungle is your head
Can’t rule your heart
A feeling is so much stronger than
A thought
Your eyes are wide
And though your soul
It can’t be bought
Your mind can wander
Hello hello
I’m at a place called Vertigo
It’s everything I wish I didn’t know
Except you give me something I can feel, feel
The night is full of holes
As bullets rip the sky
Of ink with gold
They twinkle as the Boys play rock and roll
They know they can’t dance
At least they know….
I can’t stand the beats
I’m asking for the cheque
The girl with crimson nails Has Jesus round her neck
Swinging to the music
Swinging to the music
Oh oh oh oh
Hello hello
I’m at a place called Vertigo
It’s everything I wish I didn’t know
But you give me something I can feel, feel
Check mated
Oh yeah
Hours of fun…
All of this, all of this can be yours
All of this, all of this can be yours
All of this, all of this can be yours
Just give me what I want and no-one gets hurt….
Hello hello
We’re at a place called Vertigo
Lights go down and all I know
Is that you give me something
I can feel your love teaching me how
Your love is teaching me how, how to kneel…
Yeah yeah yeah yeah
quinta-feira, agosto 10, 2006
Cu...Adriaanse é mau e não deixa comer a papinha
O FC Porto já não tem treinador. O famoso holandês, conhecido pelas tácticas suicidas e opções, no minimo discutiveis, demitiu-se do comando dos dragões. Até aqui, nada de novo, apesar de o timing escolhido não ter sido o mais adequado. Ao que parece, Adriaanse, ficou chateado com os jogadores pela postura que tiveram durante o jantar. E de facto, o homem tem razão.
O Pedro Emanuel, esganado de fome, foi logo ao tacho para se servir. Como os holandeses têm aquele espirito paternal e tal, o ex-técnico do FC Porto fez logo questão de levantar a voz e impedir que os jogadores se servissem. E ele não foi de modas, serviu-se e pimba...foi encher o bandulho até não poder mais. Os morcões ficaram a olhar para ele...
Portanto meus amigos, moral da história.
Já não é preciso ter um corte de cabelo à Paulo Bento, inventar tácticas geométricas como o Fernando Santos ou descer três equipas na mesma época como o Luís Campos para se ser despedido. Naaaaa, isso já pertence ao passado. Agora o que tá a dar, é comer a papinha e os outros ficarem a olhar. Se acrescentarem a isto um "Não tou a ouvir", ou um "Toma" ou até mesmo um "Não comes, não mandas em mim", a coisa então...upa upa.

Eu é que sou o Maior, nham nham
O Pedro Emanuel, esganado de fome, foi logo ao tacho para se servir. Como os holandeses têm aquele espirito paternal e tal, o ex-técnico do FC Porto fez logo questão de levantar a voz e impedir que os jogadores se servissem. E ele não foi de modas, serviu-se e pimba...foi encher o bandulho até não poder mais. Os morcões ficaram a olhar para ele...
Portanto meus amigos, moral da história.
Já não é preciso ter um corte de cabelo à Paulo Bento, inventar tácticas geométricas como o Fernando Santos ou descer três equipas na mesma época como o Luís Campos para se ser despedido. Naaaaa, isso já pertence ao passado. Agora o que tá a dar, é comer a papinha e os outros ficarem a olhar. Se acrescentarem a isto um "Não tou a ouvir", ou um "Toma" ou até mesmo um "Não comes, não mandas em mim", a coisa então...upa upa.

Eu é que sou o Maior, nham nham
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