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sexta-feira, novembro 17, 2006

Doenças Amigas

Não sou daqueles tipos que mete baixa no trabalho por tudo e por nada, mas descobri algumas doenças raras que poderão ajudar aqueles que gostam de dar desculpas engraçadas para faltarem ao trabalho.
Aqui vai:

Dor de cabelo
Crise de ansiedade
Rotura parcial da unha do mindinho
Ataque de pânico (esta é a mais fascinante para mim)

A juntar a isto um discurso com o chefe do tipo: "Chefe, passa-se isto assim assim, de maneiras que amanhã não vou poder vir trabalhar"
Meus caros melhor é impossível

quinta-feira, novembro 16, 2006

Novo Blog

Um novo blog foi criado por mim, pelo Tiago e o Pedro para dar destaque às nossas peripécias sobre o melhor simulador de futebol, o FM.
Vão até ao www.fmanias.blogspot.com

quinta-feira, novembro 02, 2006

Someone That Cannot Love - David Fonseca

You locked up your heart
You wake up with tears and stars in your eyes
You gave it all to someone that
Cannot love you back

Your days are packed
With wishes and hopes for the love that you've got
You waste it all to someone that
Cannot love you back

Someone that cannot love

Love, ain't this enough
You push yourself down
You try to take comfort in words
But words
They cannot love
Don't waste them like that
Cus they'll bruise you more

You secretly made
Castles of sand that you hide in the shade
But you cannot hold the tides that break them
And you build them all over again

You talk all these words
You make conversations that cannot be heard
How long until you notice that
No one is answering back

Someone that cannot love

Love, ain't this enough
You push yourself down
You try to take comfort in words
But words
They cannot love
Don't waste them like that
Cus they'll bruise you more

Love, love, ain't this enough
Pushing around
You try to take comfort in words
But words
Well they cannot love
Don't waste them like that
Cus they'll bruise you more

Someone that cannot love

Someone that cannot love
Someone that cannot love

Love, ain't this enough
You push yourself down
You try to take comfort in words
But words
They cannot love
Don't waste them like that
Cus they'll bruise you more

Love, love, ain't this enough
Pushing around
To find little comfort in words
But words
Well they cannot love
Don't waste them like that
Cus they'll bruise you more

You know they'll bruise you more
Words they will hurt you more
Words they will hurt you more

Yes they'll bruise you
Someone that cannot love
Someone that cannot love

domingo, outubro 29, 2006

Glória inglória

Hoje sinto-me triste. Aliás, desde ontem que este sentimento me invade a alma. Devo confessar que já não sou um fanático do futebol como antigamente, mas a derrota do meu Benfica, ontem, no Dragão, deixou-me completamente de rastos.
Na verdade, não me lembro de ver o meu glorioso a recuperar de uma desvantagem da forma quase épica, como aconteceu ontem. Mas aquele fatídico minuto 91, para além da hora, para além do horizonte do meu coração vermelho, o Porto, injustamente, conseguiu vencer o jogo. Um balde de água fria… um pesadelo para todos os verdadeiros benfiquistas.
Quarta-feira há mais.
Mas hoje sinto-me triste.



segunda-feira, outubro 23, 2006

LIÇÕES DE GRAMÁTICA - Quem é amigo, quem é...

Existem inúmeras aplicações de um vocábulo. O uso do vocábulo "merda" é uma questão de educação. Ninguém pode negar que o utilizamos para múltiplas circunstâncias, relacionadas com muitíssimas coisas. Por exemplo:

Orientação geográfica: - Vai à merda!

Adjectivo qualificativo: - Tu és uma merda!

Momento de cepticismo: - Não acredito nesta merda!!!

Desejo de vingança: - Vou fazê-lo em merda!!!

Acidente: - Já fizeste merda!

Efeito visual: - Não se vê merda nenhuma!!!

Sensação olfactiva: - Cheira a merda...

Dúvida na despedida: - Por que não vais à merda

Especulação de conhecimento: - Que merda será isto?

Momento de surpresa: - Merda!!!

Atitude de ressentimento: - Não me deu nem uma merda de presente!

Sensação degustativa: - Isto sabe a merda!

Acto de impotência: - Esta merda não fica dura!!!

Desejo de ânimo: - Rápido com essa merda!!!

Situação de desordem: - Isto está uma merda!!!

Rejeição, despeito: - O que é que esse merda pensa?

Situação alquimista: - Tudo o que ele toca, vira merda!

Para descobrir o paradeiro de qualquer coisa: - Não sei onde foi parar aquela merda...

Interjeição comum: - Que merda!!!

Crise das 17h30: - Vou-me embora desta merda!!!

segunda-feira, outubro 16, 2006

Carta aberta ao senhor primeiro-ministro, Engenheiro José Socrates

Senhor primeiro-ministro, amigo Zé, pá...
Já deu para ver que, no estado em que as coisas estão, há que sacar dinheiro ao pessoal de qualquer maneira. E como aumentar mais uma vez os impostos dava muito nas vistas, agora até na praia, o chamado mergulho de chapão com bandeira amarela ou mesmo uma simples entrada em água com bandeira vermelha, dá para colocar uma quantia valente (de 55 a mil euros) nos depauperados cofres do estado.
Caramba, porque é que não disseste mais cedo, Socas? Ora aqui o teu muito patriota amigo não quer que penses em mais estratagemas deste tipo e envia-te uma singela lista de coisas que ainda não pagam multa, mas que com a tua ajuda e com alguém que te prepare a legislação, é só meter no Diário da República e vais ver que o défice das contas estatais se esfuma num instante.
E ainda se ajuda a tornar o nosso Portugal num país mais bonito, como bónus.

Ora cá vai disto:
LISTA DE COISAS A TAXAR (em breve)
- Uso de meia branca com sapatinho escuro (cem a mil euros)
- Bigode à futebolista dos anos oitenta (duzentos a 2000 euros)
- Coçar os genitais em público (150 a 1500 euros)
- Utilização do colete reflector nas costas do banco do condutor, e/ou CD pendurado no retrovisor (120 a 1200 euros)
- Passear de fato de treino por centros comerciais ao fim de semana
(quatrocentos a 4000 euros)
- Raparigas com excesso de peso envergando roupa apertadíssima (130 a 1300 euros)
- Uso de óculos de sol em discotecas e restaurantes (quinhentos a 5000 euros)
- Utilização das expressões "prontos", "portantos", "stander de automóves", etc... (140 a 1400 euros)
- Uso de sandália com peúga (trezentos a 3000 euros)

Pronto, cá está, Socas, usa e abusa. Quem é amigo, quem é?

segunda-feira, outubro 09, 2006

Para verdadeiros benfiquistas de um grande benfiquista

Mozer em "Pela Mística Dentro"
"É preciso sair do país para enxergar o prestígio e o tamanhão do Benfica em todo o mundo. Estive três anos em França, no Marselha, joguei num estádio fantástico, o Vélodrome, convivi com grande jogadores como Papin e Waddle, mas o Benfica estará sempre no meu pensamento.
Os meus companheiros de equipa não percebiam muito o meu entusiasmo pelo clube, já que sabiam pouco do futebol português, embora reconhecendo o tremendo historial do Benfica.
Durante os primeiros tempos tive de aturar os comentários de Papin, logo desde o início, sempre que jogávamos em casa.
Uns dias antes de cada jogo, o Papin chegava para mim e me dizia: "Mozer, vais ver o que é um estádio cheio e um ambiente terrível." Terrível para os outros. Não sei se o se o Papin dizia isso para me intimidar, já que era novo no clube e não percebia muito daquela conversa.
Mas para mim, sempre pensava: "Este cara precisava de jogar no Maracanã ou no estádio da Luz, cheios." Era o que eu pensava.
Até que, na taça dos campeões, nas meias-finais, o Benfica calhou no caminho do Marselha. Fiquei, ao início, desgostoso, porque ia defrontar o meu Benfica, o clube que os meus companheiros sabiam que eu adorava. Me lembro de Sauzée, o meu zagueiro do lado me ter perguntado: "Você vai estar em condições de jogar contra o Benfica?"
Aí, senti que beliscavam o meu profissionalismo. Nos dois, jogos joguei a duzentos por cento. Depois do primeiro jogo, em Marselha, uns dias antes de jogarmos na Luz, virei para o Papin e lhe perguntei: " Papin, você quer mesmo ver o que é um estádio cheio, com 120 mil a gritar todos para o mesmo lado?" Engraçada a reacção do Papin: "Você, está querendo me meter medo, Mozer?" Não estava não e por isso lhe disse para esperar para ver. E já agora, tremer.
Pois bem, chegou o dia, chegámos no estádio da Luz e fomos logo indo para os balneários. Muitos risos, muita convicção de que íamos jogar a final da Copa dos Campeões. Lembro até que Tapie disse aos jornalistas franceses que lhe podiam chamar de Bernardette se o Marselha perdesse a eliminatória.
Antes de subirmos ao relvado, para o aquecimento, Papin ainda troçou de mim, dizendo que estava já "tremendo de medo". E ria-se bastante.
Os jogadores foram saindo do balneário e eu atrasei um pouco, porque estava colocando uma ligadura no tornozelo. Quando cheguei perto do túnel de acesso ao estádio, começo a ver os meus companheiros, completamente assustados e todos do lado de dentro, não querendo entrar. Só depois percebi que, nessa altura o Eusébio foi chamado ao relvado para receber uma homenagem e foi aí que o estádio quase vinha abaixo. Logo no momento em que os meus companheiros do Marselha se preparavam para entrar. Claro que voltaram atrás assustados e me perguntado: "O que era aquilo?".
Aquilo respondi eu, é o INFERNO DA LUZ. Aí todos me começaram a me dizer para ser eu o primeiro a avançar, subi as escadas, entrei no relvado, não fui mal recebido e quando olhei para trás, estava sozinho. Espreitando, à saída da escadaria estavam alguns dos meus companheiros do Marselha, ainda com um olhar de medo e só nessa altura começaram a entrar. No regresso às cabinas, perguntei a Papin: "Já sabes agora o que é um estádio cheio e um grande ambiente?" A resposta, nunca mais a esqueci: "Mozer, nunca vi uma coisa destas.
Tudo isto é incrível. Sempre tiveste razão, o Benfica é ENORME!"
Naquela noite, o Marselha perdeu, fiquei triste mas senti orgulho pelo Benfica. E já agora, naquele balneário, fui o único a ter uma vitória.
Foi uma vitória moral, sobre aqueles que não acreditavam na grandeza do Benfica."
José Carlos Mozer

sábado, setembro 30, 2006

C.S.I. chega a Portugal

A duvida paira no ar...
E para quando um C.S.I. Bobadela?
E um C.S.I. Moscavide?
Já para não falar de um C.S.I. Sacavém?
Mas o melhor de todos, e esse sim, o verdadeiro sucesso, se a coisa for para a frente
C.S.I. Alcanhões