No ano passado, os funcionários do Estado trabalharam, em média, 35 horas, enquanto no resto da Europa os trabalhadores do sector público fizeram uma média de 38,3 horas semanais.

Um novo rumo, sem nunca esquecer o que ficou para trás, guardando sempre as melhores memórias.

Ontem retomei um hábito de criança e de adolescente que foi passear de autocarro. A excursão foi até Ourique, terra alentejana muito bonita e interessante.
Tudo bem até aqui, mas no banco atrás do meu, uma rapariga, que não deveria ter mais de 16 anos e com um estilo de “Ronalda”, resolveu manifestar-se contra o cantarolar daquelas pessoas. A jovem pegou então no seu telemóvel e pôs uma música a tocar aos berros ao mesmo tempo que fazia karaoke. Depois mandava uns “chius” para o ar para ver se as pessoas se calavam. Como ninguém lhe ligou nenhuma, ela resolveu juntar-se aos cânticos.
Aquela atitude de uma pita com aspecto xunga deixou-me muito triste e bastante preocupado com o futuro desta malta.
Eu, por muito menos, arriscava-me a levar um estaladão e não me queixava, pois mesmo revoltado, lá no fundo, apercebia-me que tinha feito algo de errado.


