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sexta-feira, julho 31, 2009

Férias

Vou de férias para o Algarve, finalmente. Estarei ausente da vida blogueira, portanto deixo aqui mais uma homenagem aos Ginjas.

És o MAIOR!!!


quarta-feira, julho 29, 2009

Coça, coça, coça...

Dentro da União Europeia, Portugal é, a par da França, o país onde os funcionários públicos trabalham menos horas por semana.

No ano passado, os funcionários do Estado trabalharam, em média, 35 horas, enquanto no resto da Europa os trabalhadores do sector público fizeram uma média de 38,3 horas semanais.
A conclusão é de um estudo do Eurofound, um instituto ligado à Comissão Europeia com sede em Dublin, e divulgado ontem.
Olhando para a totalidade da União Europeia, a Áustria é o país onde os funcionários públicos trabalham mais horas (40 por semana), tal como acontece no Luxemburgo, na Suécia e na maioria dos novos Estados-membros.
Já na Alemanha, a média chega às 39 horas por semana, enquanto em Espanha o estatuto da função pública estabelece um limite de 37,5 horas por semana.
No fundo da tabela aparecem Portugal e França (35 horas), seguidos da Holanda e da Itália, onde se trabalha 36 horas por semana.

Fonte: Renascença


Mito? Pois, pois... vão a uma repartição de finanças e depois falamos.

domingo, julho 26, 2009

Sinais do tempo

Ontem retomei um hábito de criança e de adolescente que foi passear de autocarro. A excursão foi até Ourique, terra alentejana muito bonita e interessante.

A viagem foi feita com muitas pessoas já da velha guarda e pouca juventude presente. Se a viagem de ida foi feita sem grandes sobressaltos, já a vinda foi mais atribulada.

A malta dos 50 e 60 anos vinha bastante animada e resolveu vir a cantar músicas do seu tempo. Achei aquilo bastante engraçado e em algumas músicas que conhecia até tentei acompanhar.

Tudo bem até aqui, mas no banco atrás do meu, uma rapariga, que não deveria ter mais de 16 anos e com um estilo de “Ronalda”, resolveu manifestar-se contra o cantarolar daquelas pessoas. A jovem pegou então no seu telemóvel e pôs uma música a tocar aos berros ao mesmo tempo que fazia karaoke. Depois mandava uns “chius” para o ar para ver se as pessoas se calavam. Como ninguém lhe ligou nenhuma, ela resolveu juntar-se aos cânticos.

Confesso que esta cena me deixou muito revoltado. Lembro-me da educação que me foi dada e sempre respeitei os mais velhos. Nunca fui um grande exemplo de bom comportamento na escola, mas nunca faltei ao respeito a nenhum professor ou outro empregado.

Aquela atitude de uma pita com aspecto xunga deixou-me muito triste e bastante preocupado com o futuro desta malta.
Eu, por muito menos, arriscava-me a levar um estaladão e não me queixava, pois mesmo revoltado, lá no fundo, apercebia-me que tinha feito algo de errado.

Mas estes putos de hoje em dia são muito diferentes. Todos têm telemóvel, têm roupinha de marca, falam alto e não respeitam ninguém. Acham que o mundo é deles e que as pessoas mais velhas não passam de uns quotas chatos que não os entendem. Sinais de uma geração sem valores e que não deverão ir muito longe.

sexta-feira, julho 03, 2009

Que grande momento!!!


Por momentos, enquanto assistia ao debate do Estado da Nação, até parecia que estava no café a ver a bola com os Zé Dias do bigode.

Mas ó Manel, aqui só para nós, diz lá que não fizeste isso de propósito só para te pores na alheta mais cedo, antes que alheta se metesse em ti, hein? Depois das papas Maizena e de dizeres que Portugal é um óptimo país para se investir por causa da mão de obra barata, tiveste de ir ao extremo para ires de férias mais cedo. És um maluco!

terça-feira, junho 30, 2009

Oi??? Falta de qualificações???


Os portugueses ganham pouco por falta de qualificações. É a explicação do ministro do Trabalho perante o estudo onde se diz que mais de metade das famílias portuguesas vive com menos de 900 euros por mês.


“Obviamente é preocupante, mas ficaria muito mais preocupado se essas pessoas estivessem abaixo da linha de pobreza”, disse.
O ministro do Trabalho e Solidariedade Social afirma que os índices de pobreza têm vindo a diminuir no país. Mais difícil é acabar com o fosso entre os que mais ganham e os que recebem menores salários.


Pessoalmente, Vieira da Silva diz que não se revê no retrato base do estudo sobre as necessidades dos portugueses, descritos como pobres, sem iniciativa, mas satisfeitos com a vida.
Fonte: Renascença
Epá, que descaramento, nem sei como definir estas declarações do ministro do trabalho. Mas ele não tem noção da realidade em que vive? Teria ele ido à Portugália beber umas, quando mandou estas postas de pescada?

Quer dizer, a quantidade de licenciados a ganharem 400 euros por mês a recibos verdes não entram para as estatísticas, será?
Triste país, triste política, triste governo que das duas uma, ou anda a dormir ou anda a gozar connosco. Enfim...