All That You Can't Leave Behind foi o décimo álbum dos U2, lançado a 30 de Outubro de 2000. A crítica recebeu com sentimento misto o álbum anterior, «Pop» (demasiado comercial para uns, inovador para outros) e All That You Can't Leave Behind representou um regresso a um som mais convencional para a banda. Os U2 trouxeram de volta os produtores Brian Eno e Daniel Lanois, com quem produziram uma série de álbuns anteriores da banda irlandesa. All That You Can't Leave Behind vendeu mais de 12 milhões de discos, recebeu a aclamação da crítica e venceu sete Grammy Awards. As músicas "Beautiful Day", "Walk On", "Elevation" e "Stuck in a Moment You Can't Get Out Of" foram os singles de sucesso. Em 2003, o álbum foi classificado no lugar 139 na lista de «Os 500 Maiores Álbuns de Todos os Tempos» da revista Rolling Stone.
A fotografia da capa do álbum foi tirada por um fotógrafo de longa data da banda, Anton Corbijn, no Roissy Hall 2F do Aeroporto de Paris-Charles de Gaulle. As primeiras imagens da capa que foram lançadas para a imprensa mostra um sinal de partida onde se lê "F21-36", que, no entanto, foi mudado para J33-3, em referência ao versículo bíblico de Jeremias 33:3: «Invoca-Me, eu Te responderei; anunciar-te-ei coisas grandes e ocultas, que não sabes». Bono refere-se a ele como o "número do telefone de Deus". A letra "3:33 when the numbers fell off the clock face" surge na canção "Unknown Caller" do álbum «No Line on the Horizon».
Kite não foi das músicas de maior sucesso do All That You Can't Leave Behind mas é, sem duvida, das mais bonitas, mais sentimentais e com uma mensagem de esperança para todos aqueles que não se querem despedir de vez de alguém.
Um novo rumo, sem nunca esquecer o que ficou para trás, guardando sempre as melhores memórias.
quinta-feira, novembro 22, 2012
quarta-feira, novembro 21, 2012
Mixórdia de Temáticas - Mestre Mamba e Guirassy
Mundifiquilidades do amanhã (Mestre Mamba e Guirassy) Impossível ficar indiferente ;)
terça-feira, novembro 20, 2012
Ponte Vecchio em Firenze
A Ponte Vecchio é uma ponte em arco medieval sobre o Rio Arno, em Florença, na Itália, famosa por ter uma quantidade de lojas (principalmente ourivesarias e joalharias) ao longo de todo o tabuleiro.
Acredita-se que tenha sido construída ainda na Roma Antiga e era feita originalmente de madeira. Foi destruída pelas cheias de 1333 e reconstruída em 1345, com projecto da autoria de Taddeo Gaddi. Consiste em três arcos, o maior deles com 30 metros de diâmetro. Desde sempre alberga lojas e mercadores, que mostravam as mercadorias sobre bancas, sempre com a autorização do Bargello, a autoridade municipal de então. Diz-se que a palavra bancarrota teve ali origem. Quando um mercador não conseguia pagar as dívidas, a mesa (banco) era quebrada (rotto) pelos soldados. Essa prática era chamada bancorotto.
Durante a Segunda Guerra Mundial, a ponte não foi danificada pelos alemães. Acredita-se que tenha sido uma ordem directa de Hitler.
Ao longo da ponte, há vários cadeados, especialmente no gradeamento em torno da estátua de Benvenuto Cellini. O facto é ligado à antiga ideia do amor e dos amantes: ao trancar o cadeado e lançar a chave ao rio, os amantes tornavam-se eternamente ligados. Graças a essa tradição e ao turismo desenfreado, milhares de cadeados tinham de ser removidos com frequência, estragando a estrutura da ponte. Devido a isso, o município estipulou uma multa de 50 euros para quem for apanhado, em flagrante, a colocar cadeados na ponte.
Acredita-se que tenha sido construída ainda na Roma Antiga e era feita originalmente de madeira. Foi destruída pelas cheias de 1333 e reconstruída em 1345, com projecto da autoria de Taddeo Gaddi. Consiste em três arcos, o maior deles com 30 metros de diâmetro. Desde sempre alberga lojas e mercadores, que mostravam as mercadorias sobre bancas, sempre com a autorização do Bargello, a autoridade municipal de então. Diz-se que a palavra bancarrota teve ali origem. Quando um mercador não conseguia pagar as dívidas, a mesa (banco) era quebrada (rotto) pelos soldados. Essa prática era chamada bancorotto.
Ao longo da ponte, há vários cadeados, especialmente no gradeamento em torno da estátua de Benvenuto Cellini. O facto é ligado à antiga ideia do amor e dos amantes: ao trancar o cadeado e lançar a chave ao rio, os amantes tornavam-se eternamente ligados. Graças a essa tradição e ao turismo desenfreado, milhares de cadeados tinham de ser removidos com frequência, estragando a estrutura da ponte. Devido a isso, o município estipulou uma multa de 50 euros para quem for apanhado, em flagrante, a colocar cadeados na ponte.
segunda-feira, novembro 19, 2012
Tempos de mudança
Arredado deste espaço e da escrita há vários meses, ponderei abandonar de vez o blog e quem sabe voltar com um novo com outras perspectivas e novos conteúdos.
No entanto, acho que nunca nos devemos desligar do passado, por muito embaraçoso que algumas coisas que fizemos possam ser, e por isso peguei no velho e tentei fazer algo diferente.
A ponte Vecchio é a imagem de fundo, uma dos principais monumentos da cidade de Florença e que já pude testemunhar ao vivo a sua beleza e grandiosidade. Esta imagem faz a ligação entre o que ficou e o presente.
O nome do blog deixa de ser Dor no Joelho, porque apesar de continuar a ser a imagem de marca de muitas brincadeiras, esta é a altura indicada para mudar. «All that you can't leave behind» ajusta-se da melhor forma ao que pretendo daqui para a frente para este blog.
De resto, a ver vamos se consigo postar com mais regularidade algumas coisas que tenho muita vontade de dizer, mas pouca vontade (preguiça) de escrever.
No entanto, acho que nunca nos devemos desligar do passado, por muito embaraçoso que algumas coisas que fizemos possam ser, e por isso peguei no velho e tentei fazer algo diferente.
A ponte Vecchio é a imagem de fundo, uma dos principais monumentos da cidade de Florença e que já pude testemunhar ao vivo a sua beleza e grandiosidade. Esta imagem faz a ligação entre o que ficou e o presente.
O nome do blog deixa de ser Dor no Joelho, porque apesar de continuar a ser a imagem de marca de muitas brincadeiras, esta é a altura indicada para mudar. «All that you can't leave behind» ajusta-se da melhor forma ao que pretendo daqui para a frente para este blog.
De resto, a ver vamos se consigo postar com mais regularidade algumas coisas que tenho muita vontade de dizer, mas pouca vontade (preguiça) de escrever.
sexta-feira, julho 20, 2012
Adoro...
... o gesto da menina da linguagem gestual, não poderia ser mais apropriado à dança do prurido no escroto, aqui exemplificada pelos Pupilos do Kuduro.
sexta-feira, julho 13, 2012
Ainda não é desta
Já lá vão alguns meses que não publico nada no blog. Ando assoberbado com mil e uma coisas, mas ainda não é desta que faço a despedida do Dor no joelho.
Fiquem com esta pequena pérola do estagiário da RTP que assassinou o português duas vezes, nas mesma frase.
PASSOS? CONSELHO?
Fiquem com esta pequena pérola do estagiário da RTP que assassinou o português duas vezes, nas mesma frase.
PASSOS? CONSELHO?
quarta-feira, abril 18, 2012
Os pecados e virtudes de Jesus
Ontem quando assistia ao jogo Bayern - Real Madrid, constatei que dos dois lados estavam treinadores que já haviam passado pelo SL Benfica. Jupp Heynckes e José Mourinho, dois treinadores com vários títulos e presentes nas meias finais da mais importante prova de equipas do mundo.
Ambos passaram no SL Benfica e ambos não tiveram sucesso. Recordado o último treinador que passou na Luz (antes de Jesus) e que foi campeão, Giovanni Trapattoni, também não caiu nas boas graças dos adeptos encarnados, pela pouca espectacularidade no futebol apresentado pela equipa campeã.
Jorge Jesus, chegou ao SL Benfica e logo no primeiro ano foi campeão. Colocou a equipa a jogar futebol como já não se via há muitos anos e rentabilizou vários jogadores, que encheram os cofres da Luz ao longo destas quase 3 épocas.
Hoje em dia é contestado por não conseguir colocar a equipa a jogar o futebol demonstrado na primeira época e, sobretudo, pela sua teimosia em apostar em jogadores que nunca deveriam ser primeira opção (Emerson é um dos exemplos).
Óbvio que tudo isto deixa-me frustrado e muitas vezes dou por mim a colocar em causa esta liderança na equipa. No entanto, ontem dei por mim a pensar de que realmente somos um clube que nem ao melhor treinador do mundo da actualidade, demos a oportunidade de construir uma equipa que poderia ter feito muitas conquistas. Somos muito impacientes e julgamos mais com o coração do que com a razão. Faz parte do futebol, e percebo os dois lados da barricada. Mas custa-me a aceitar ver adeptos a receber a equipa que venceu uma competição (seja ela menor ou não) com assobios e apupos. Gostava de ter visto esses adeptos a reagir com esta indignação quando a equipa foi severamente roubada em Coimbra, na Luz com o Porto ou em Alvalade. Aí sim, os adeptos deviam demonstrar o seu descontentamento, tal como a direcção que só pareceu despertar para a realidade no jogo com o Chelsea.
Jesus cometeu alguns pecados. Insiste em colocar Emerson, quando tem um Capdevila como muito melhor alternativa, mexe mal na equipa em jogos decisivos, roda pouco os jogadores quando tem um plantel de qualidade e encostou jogadores que poderiam ter sido preponderantes ao longo da época como é o caso de Saviola.
No entanto, não nos podemos esquecer que realizámos uma das melhores campanhas europeias dos últimos 20 anos na Champions, caindo de pé frente ao Chelsea, mais rotinado nestas andanças. No campeonato, fizemos uma excelente primeira volta e começámos a baquear quando estávamos na luta por um acesso aos quartos-de-final da Champions. Aí Jesus falhou, tal como referi anteriormente, ao não rodar devidamente o plantel e, mais uma vez, como aconteceu na época passada e no ano em que fomos campeões, a equipa deu o estoiro, arrastando-se jornada após jornada. Também não nos podemos esquecer das jogadas habilidosas dos bastidores, que também ajudaram em muito no desenrolar das coisas ao longo destas últimas jornadas. Houve arbitragens bastante manipuladoras e contado só os jogos com o FC Porto (3º golo em fora de jogo, portanto ficaria empatado) e Sporting CP (penaltie por assinalar, empate no mínimo) nesta altura estaríamos em igualdade pontual na liderança do campeonato.
Jorge Jesus é teimoso, melindroso nos jogos a doer e quando abre a boca é só para dizer esterco. Mas conseguiu trazer estabilidade à equipa, prestigio nas competições europeias e títulos, mesmo que alguns não sejam aqueles que mais agradariam. Defendo a continuidade até ao final do seu contrato, podendo assim demonstrar se deveríamos ou não, dar mais este voto de confiança à difícil massa associativa do Glorioso.
Ambos passaram no SL Benfica e ambos não tiveram sucesso. Recordado o último treinador que passou na Luz (antes de Jesus) e que foi campeão, Giovanni Trapattoni, também não caiu nas boas graças dos adeptos encarnados, pela pouca espectacularidade no futebol apresentado pela equipa campeã.
Jorge Jesus, chegou ao SL Benfica e logo no primeiro ano foi campeão. Colocou a equipa a jogar futebol como já não se via há muitos anos e rentabilizou vários jogadores, que encheram os cofres da Luz ao longo destas quase 3 épocas.
Hoje em dia é contestado por não conseguir colocar a equipa a jogar o futebol demonstrado na primeira época e, sobretudo, pela sua teimosia em apostar em jogadores que nunca deveriam ser primeira opção (Emerson é um dos exemplos).
Óbvio que tudo isto deixa-me frustrado e muitas vezes dou por mim a colocar em causa esta liderança na equipa. No entanto, ontem dei por mim a pensar de que realmente somos um clube que nem ao melhor treinador do mundo da actualidade, demos a oportunidade de construir uma equipa que poderia ter feito muitas conquistas. Somos muito impacientes e julgamos mais com o coração do que com a razão. Faz parte do futebol, e percebo os dois lados da barricada. Mas custa-me a aceitar ver adeptos a receber a equipa que venceu uma competição (seja ela menor ou não) com assobios e apupos. Gostava de ter visto esses adeptos a reagir com esta indignação quando a equipa foi severamente roubada em Coimbra, na Luz com o Porto ou em Alvalade. Aí sim, os adeptos deviam demonstrar o seu descontentamento, tal como a direcção que só pareceu despertar para a realidade no jogo com o Chelsea.
Jesus cometeu alguns pecados. Insiste em colocar Emerson, quando tem um Capdevila como muito melhor alternativa, mexe mal na equipa em jogos decisivos, roda pouco os jogadores quando tem um plantel de qualidade e encostou jogadores que poderiam ter sido preponderantes ao longo da época como é o caso de Saviola.
No entanto, não nos podemos esquecer que realizámos uma das melhores campanhas europeias dos últimos 20 anos na Champions, caindo de pé frente ao Chelsea, mais rotinado nestas andanças. No campeonato, fizemos uma excelente primeira volta e começámos a baquear quando estávamos na luta por um acesso aos quartos-de-final da Champions. Aí Jesus falhou, tal como referi anteriormente, ao não rodar devidamente o plantel e, mais uma vez, como aconteceu na época passada e no ano em que fomos campeões, a equipa deu o estoiro, arrastando-se jornada após jornada. Também não nos podemos esquecer das jogadas habilidosas dos bastidores, que também ajudaram em muito no desenrolar das coisas ao longo destas últimas jornadas. Houve arbitragens bastante manipuladoras e contado só os jogos com o FC Porto (3º golo em fora de jogo, portanto ficaria empatado) e Sporting CP (penaltie por assinalar, empate no mínimo) nesta altura estaríamos em igualdade pontual na liderança do campeonato.
Jorge Jesus é teimoso, melindroso nos jogos a doer e quando abre a boca é só para dizer esterco. Mas conseguiu trazer estabilidade à equipa, prestigio nas competições europeias e títulos, mesmo que alguns não sejam aqueles que mais agradariam. Defendo a continuidade até ao final do seu contrato, podendo assim demonstrar se deveríamos ou não, dar mais este voto de confiança à difícil massa associativa do Glorioso.
quinta-feira, abril 12, 2012
segunda-feira, março 05, 2012
No pasa nada
Não concordo com todos os lances que são mencionados neste vídeo. Numa visão imparcial, hipoteticamente há uma mão do Cardozo na área do Benfica e o Maxi deveria ter sido expulso no final do jogo.
No entanto, quase todos os erros não foram inocentes e condicionaram o desenrolar dos acontecimentos.
O terceiro golo do FC Porto diz tudo, só não vê quem não quer. Não é referido neste vídeo, mas não me passou ao lado. No primeiro golo do Benfica, Cardozo está a ser agarrado pelo Janko, sendo que deveria ter sido marcada grande penalidade e a devida expulsão do avançado do FC Porto, pois este estava isolado. As regras ditam que nas grandes penalidades não se aplica a lei da vantagem.
Pedro Proença tornou-se um mestre na gestão dos lances difíceis nos jogos que arbitra. Usa uma dualidade critérios larga quando lhe é útil e apita por tudo e por nada, quando necessário. Diz-se «benfiquista» e por isso pode-se sentir condicionado. Realmente, com benfiquistas destes vamos nós muito bem. É um óptimo argumento para usarmos perante a nossa entidade patronal quando fazemos porcaria.
Infelizmente, a vida continua e está tudo normal. FCP lidera, com 3 pontos de avanço (que na realidade são 4, devido ao confronto directo) e torna-se claro que não basta ter os melhores jogadores, melhor equipa ou muitos pontos de avanço (foram 5). E a direcção do Benfica tem responsabilidade, pois nada tem feito nos últimos anos para combater esta corrupção instalada no futebol português.
Como diz José Mourinho muitas vezes, quando confrontado com perguntas desconfortáveis: "no pasa nada"
No entanto, quase todos os erros não foram inocentes e condicionaram o desenrolar dos acontecimentos.
O terceiro golo do FC Porto diz tudo, só não vê quem não quer. Não é referido neste vídeo, mas não me passou ao lado. No primeiro golo do Benfica, Cardozo está a ser agarrado pelo Janko, sendo que deveria ter sido marcada grande penalidade e a devida expulsão do avançado do FC Porto, pois este estava isolado. As regras ditam que nas grandes penalidades não se aplica a lei da vantagem.
Pedro Proença tornou-se um mestre na gestão dos lances difíceis nos jogos que arbitra. Usa uma dualidade critérios larga quando lhe é útil e apita por tudo e por nada, quando necessário. Diz-se «benfiquista» e por isso pode-se sentir condicionado. Realmente, com benfiquistas destes vamos nós muito bem. É um óptimo argumento para usarmos perante a nossa entidade patronal quando fazemos porcaria.
Infelizmente, a vida continua e está tudo normal. FCP lidera, com 3 pontos de avanço (que na realidade são 4, devido ao confronto directo) e torna-se claro que não basta ter os melhores jogadores, melhor equipa ou muitos pontos de avanço (foram 5). E a direcção do Benfica tem responsabilidade, pois nada tem feito nos últimos anos para combater esta corrupção instalada no futebol português.
Como diz José Mourinho muitas vezes, quando confrontado com perguntas desconfortáveis: "no pasa nada"
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