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quarta-feira, março 26, 2008

Piada da semana

Se o Mário Mata, a Florbela Espanca, o Jaime Gama e o Jorge Palma, o que é que a Rosa Lobaro Faria?

E já agora:
Talvez a Zita Seabra para o António Peres Metello...

sábado, março 22, 2008

terça-feira, março 18, 2008

A solução para a delinquência juvenil

Profs... a culpa é deles!

Ricardo Araújo Pereira in 'Opinião, Boca do Inferno', Revista Visão

«Neste momento, é óbvio para todos que a culpa do estado a que chegou o ensino é (sem querer apontar dedos) dos professores. Só pode ser deles, aliás. Os alunos estão lá a contragosto, por isso não contam. O ministério muda quase todos os anos, por isso conta ainda menos. Os únicos que se mantêm tempo suficiente no sistema são os professores.Pelo menos os que vão conseguindo escapar com vida.

É evidente que a culpa é deles. E, ao contrário do que costuma acontecer nesta coluna, esta não é uma acusação gratuita. Há razões objectivas para que os culpados sejam os professores.

Reparem: quando falamos de professores, estamos a falar de pessoas que escolheram uma profissão em que ganham mal, não sabem onde vão ser colocados no ano seguinte e todos os dias arriscam levar um banano de um aluno ou de qualquer um dos seus familiares.O que é que esta gente pode ensinar às nossas crianças? Se eles possuíssem algum tipo de sabedoria, tê-Ia-iam usado em proveito próprio...

É sensato entregar a educação dos nossos filhos a pessoas com esta capacidade de discernimento? Parece-me claro que não. A menos que não se trate de falta de juízo mas sim de amor ao sofrimento. O que não posso dizer que me deixe mais tranquilo. Esta gente opta por passar avida a andar de terra em terra, a fazer contas ao dinheiro e a ensinar o Teorema de Pitágoras a delinquentes que lhes querem bater.Sem nenhum desprimor para com as depravações sexuais – até porque sofro de quase todas –, não sei se o Ministério da Educação devia incentivar este contacto entre crianças e adultos masoquistas. Serprofessor, hoje, não é uma vocação; é uma perversão.

Antigamente, havia as escolas C+S; hoje, caminhamos para o modelo de escola S/M. Havia os professores sádicos, que espancavam alunos; agora há os professores masoquistas, que são espancados por eles.Tomando sempre novas qualidades, este mundo.Eu digo-vos que grupo de pessoas produzia excelentes professores: o povo cigano. Já estão habituados ao nomadismo e têm fama de sedesenvencilhar bem das escaramuças.

Queria ver quantos papás fanfarrões dos subúrbios iam pedir explicações a estes professores.Um cigano em cada escola, é a minha proposta.Já em relação a estes professores que têm sido agredidos, tenho menos esperança. Gente que ensina selvagens filhos de selvagens e, depois de ser agredida, não sabe guiar a polícia até à árvore em que os agressores vivem, claramente, não está preparada para o mundo.»

sábado, março 15, 2008

Vale tudo

Divórcio pela Internet demora menos de meia hora


A partir de hoje, os casais que se queiram divorciar podem-no fazer através da Internet graças a um novo serviço lançado no âmbito do projecto Procuração na Hora.PT, lançado por uma empresa britânica no início deste ano.

A plataforma Divórcio na Hora destina-se a pessoas casadas ao abrigo da lei portuguesa, requer o mútuo acordo dos intervenientes por via electrónica e faz uso de tecnologias já existentes e do Cartão de Cidadão. A iniciativa não está ligada a nenhum serviço disponibilizado pelo Governo no âmbito do Simplex como o nome parece fazer crer.

Este meio tem a mesma validade do requerimento em papel e tem como vantagens o reencaminhamento directo do processo para uma conservatória, marcando o dia para a consumação do divórcio.

Os cidadãos que não se encontram a residir em território português vêem desta forma o processo de separação legal ser facilitado já que para se divorciarem não têm de se deslocar a Portugal. Em qualquer dos casos, estejam os cidadãos residentes no país ou não, é necessário realizar a procuração na hora para processos de divórcio.

Este serviço, organizado pelo mandatário judicial Januário Lourenço, em parceria com uma tecnológica britânica ligada à justiça, é gratuito para todos os casos de separação simples, ou seja, quando o casal não tem filhos menores, bens comuns e pensão de alimentos a atribuir. Nas situações mais complexas, ainda não abrangidas pelo sistema, o processo terá um custo associado que ainda não está definido.

Por fim, Januário Lourenço garante que o divórcio online demora entre quatro a 20 minutos, desde que estejam disponíveis as informações necessárias relativas aos cônjuges e aos procuradores.

Fora de brincadeiras, esta situação é o espelho da nossa sociedade dos dias que correm. Um divórcio em menos de 30 minutos? O que se segue? O nosso próprio funeral tratado pelo Hi5 em menos de 10 minutos?
É pena que a procura de emprego não seja tão "simplex" como divorciar-me. Enfim...